Onze executivos da construtora Andrade Gutierrez, investigada na Operação Lava Jato, delatou que pagou cerca de R$ 5,1 milhões para bancar a eleição de 2010 da atual presidente do Brasil, Dilma Rousseff, o que caracteriza “caixa 2”. As informações são da Folha de São Paulo.
Segundo apuração do jornal, os funcionários da empreiteira afirmaram que houve pagamento ilícito, realizado através de contratos fictícios. Além disso, eles ainda revelaram que houve desvio de verba em alguns obras públicas, como em três estádios construídos para a Copa do Mundo (Maracanã, Mané Garrincha e Arena Amazonas), na hidrelétrica de Belo Monte e na usina nuclear de Angra 3. A propina também teria sido paga ao PMDB, com o mesmo intuito, ser beneficiado em licitações de obras públicas.
Outra empresa envolvida na ação criminal, ainda segundo a Folha, foi a agência Pepper – trabalhou na área de comunicação da campanha eleitoral do PT – que seria a responsável por receber a propina. De acordo com o comitê da campanha, a agência teria recebido cerca de R$ 6,4 milhões.
Entretanto, mesmo se a denúncia for comprovada, o atual mandato de Dilma não sofrerá implicações diretas junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), como por exemplo, a perda de cargo, pois a campanha irregular encerrou em 2014.
A delação premiada faz parte de um acordo de leniência entre a construtora e o Ministério Público Federal, onde a empreiteira irá devolver um milhão de reais aos cofres públicos e em troca, terá alguns funcionários absolvidos ou com pena diminuída e ainda poderá participar de licitações com o governo federal.
Imagem: Mais PB
Dilma Rousseff
Dilma RousseffSegundo apuração do jornal, os funcionários da empreiteira afirmaram que houve pagamento ilícito, realizado através de contratos fictícios. Além disso, eles ainda revelaram que houve desvio de verba em alguns obras públicas, como em três estádios construídos para a Copa do Mundo (Maracanã, Mané Garrincha e Arena Amazonas), na hidrelétrica de Belo Monte e na usina nuclear de Angra 3. A propina também teria sido paga ao PMDB, com o mesmo intuito, ser beneficiado em licitações de obras públicas.
Outra empresa envolvida na ação criminal, ainda segundo a Folha, foi a agência Pepper – trabalhou na área de comunicação da campanha eleitoral do PT – que seria a responsável por receber a propina. De acordo com o comitê da campanha, a agência teria recebido cerca de R$ 6,4 milhões.
Entretanto, mesmo se a denúncia for comprovada, o atual mandato de Dilma não sofrerá implicações diretas junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), como por exemplo, a perda de cargo, pois a campanha irregular encerrou em 2014.
A delação premiada faz parte de um acordo de leniência entre a construtora e o Ministério Público Federal, onde a empreiteira irá devolver um milhão de reais aos cofres públicos e em troca, terá alguns funcionários absolvidos ou com pena diminuída e ainda poderá participar de licitações com o governo federal.
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