Começou na manhã de hoje (11), a última reunião da Comissão Especial do Impeachment da Câmara dos Deputados, que encerra com a votação do parecer favorável do relator Jovair Arantes (PTB-GO) sobre o afastamento ou continuidade da presidente Dilma Rousseff (PT) na governança do país.
A discussão deve durar o dia todo, pois deverá haver pronunciamento dos 27 líderes partidários, do relator e do advogado-geral da União, José Eduardo Cardoso. A votação está marcada para as 17h, mas deve ficar apenas para a noite.
A primeira sessão de discussão sobre o relatório que defende a cassação da presidente aconteceu na tarde de sexta-feira (08) e se estendeu até a madrugada do sábado (09), com mais de 12 horas de duração.
Para o relatório ser aprovado, precisa obter maioria simples, equivalente a 33 votos dos 65 integrantes da Comissão. Em caso da ausência de algum membro titular, valerá o voto do suplente do bloco que primeiro registrou presença. Rosso reiterou que em caso de empate, o voto decisivo será o dele.
Na fala de Cardozo, defensor de Dilma, ele afirma que a tentativa de impeachment contra a presidente é golpe. "A história não perdoa e não perdoará a violência contra a democracia. Isso não deve ser chamado de impeachment, mas de golpe: golpe de abril de 2016".
O Planalto acredita que de todos os membros da Comissão, em média 30 votarão a favor de Dilma. Independente do resultado da votação, a denúncia segue para o plenário da Câmara e apenas será aceita se alcançar dois terços dos parlamentares, ou seja, 342 dos 513 deputados. A primeira sessão de análise na Câmara deve acontecer dia 15 de abril e 17, a votação.
Se aprovada, segue para o Senado e se 54 dos 81 senadores votarem a favor do processo, Dilma será cassada e afastada por até 180 dias até a decisão final, assumindo então o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB). Porém, se absolvida, ela reassume imediatamente o mandato.
Imagem: Welbi
Presidente Dilma Rousseff
Presidente Dilma RousseffA discussão deve durar o dia todo, pois deverá haver pronunciamento dos 27 líderes partidários, do relator e do advogado-geral da União, José Eduardo Cardoso. A votação está marcada para as 17h, mas deve ficar apenas para a noite.
A primeira sessão de discussão sobre o relatório que defende a cassação da presidente aconteceu na tarde de sexta-feira (08) e se estendeu até a madrugada do sábado (09), com mais de 12 horas de duração.
Para o relatório ser aprovado, precisa obter maioria simples, equivalente a 33 votos dos 65 integrantes da Comissão. Em caso da ausência de algum membro titular, valerá o voto do suplente do bloco que primeiro registrou presença. Rosso reiterou que em caso de empate, o voto decisivo será o dele.
Na fala de Cardozo, defensor de Dilma, ele afirma que a tentativa de impeachment contra a presidente é golpe. "A história não perdoa e não perdoará a violência contra a democracia. Isso não deve ser chamado de impeachment, mas de golpe: golpe de abril de 2016".
O Planalto acredita que de todos os membros da Comissão, em média 30 votarão a favor de Dilma. Independente do resultado da votação, a denúncia segue para o plenário da Câmara e apenas será aceita se alcançar dois terços dos parlamentares, ou seja, 342 dos 513 deputados. A primeira sessão de análise na Câmara deve acontecer dia 15 de abril e 17, a votação.
Se aprovada, segue para o Senado e se 54 dos 81 senadores votarem a favor do processo, Dilma será cassada e afastada por até 180 dias até a decisão final, assumindo então o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB). Porém, se absolvida, ela reassume imediatamente o mandato.
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