Nesta segunda-feira (11), a Comissão Especial do Impeachment da Câmara dos Deputados vai votar o parecer favorável do relator Jovair Arantes (PTB-GO) sobre a continuidade do processo de afastamento da presidente Dilma Rousseff.
De acordo com a ‘Veja’, a sessão começa às 10h e será iniciada com discursos dos 27 líderes partidários, do relator e do advogado-geral da União, José Eduardo Cardoso. A votação está marcada para as 17h, mas deve ficar apenas para a noite.
Na primeira sessão de discussão sobre o relatório que defende a abertura do processo de impedimento, 61 deputados se pronunciaram, segundo o G1. O debate durou mais de 12 horas, começando na tarde de sexta-feira (08) e estendendo-se até a madrugada do sábado (09).
O presidente da Comissão Especial, o deputado Rogério Rosso (PSD-DF), ressalta que na ausência de um dos 65 integrantes da bancada, vota o suplente do bloco de votação do grupo. O próximo passo é a votação no Plenário da Câmara que deve acontecer entre os dias 15 (primeira sessão de análise) a 17 de abril (votação).
O Planalto acredita que de todos os membros da Comissão, em média 30 votarão a favor de Dilma. Independente do resultado da votação, a denúncia segue para o plenário da Câmara e apenas será aceita se alcançar dois terços dos parlamentares, ou seja, 342 dos 513 deputados. Se aprovada, segue para o Senado e se 54 dos 81 senadores votarem a favor do processo, Dilma será cassada e afastada por até 180 dias até a decisão final, assumindo então o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB). Porém, se absolvida, ela reassume imediatamente o mandato.
Hoje também serão definidas as regras da votação do impeachment, pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Imagem: Welbi
Presidente Dilma Rousseff
Presidente Dilma RousseffDe acordo com a ‘Veja’, a sessão começa às 10h e será iniciada com discursos dos 27 líderes partidários, do relator e do advogado-geral da União, José Eduardo Cardoso. A votação está marcada para as 17h, mas deve ficar apenas para a noite.
Na primeira sessão de discussão sobre o relatório que defende a abertura do processo de impedimento, 61 deputados se pronunciaram, segundo o G1. O debate durou mais de 12 horas, começando na tarde de sexta-feira (08) e estendendo-se até a madrugada do sábado (09).
O presidente da Comissão Especial, o deputado Rogério Rosso (PSD-DF), ressalta que na ausência de um dos 65 integrantes da bancada, vota o suplente do bloco de votação do grupo. O próximo passo é a votação no Plenário da Câmara que deve acontecer entre os dias 15 (primeira sessão de análise) a 17 de abril (votação).
O Planalto acredita que de todos os membros da Comissão, em média 30 votarão a favor de Dilma. Independente do resultado da votação, a denúncia segue para o plenário da Câmara e apenas será aceita se alcançar dois terços dos parlamentares, ou seja, 342 dos 513 deputados. Se aprovada, segue para o Senado e se 54 dos 81 senadores votarem a favor do processo, Dilma será cassada e afastada por até 180 dias até a decisão final, assumindo então o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB). Porém, se absolvida, ela reassume imediatamente o mandato.
Hoje também serão definidas as regras da votação do impeachment, pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
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