O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva (PT), foi ameaçado de morte ontem (1º) através do Facebook. O episódio aconteceu um dia após ele ter pedido que houvesse um diálogo entre grupos favoráveis e contrários ao Governo Dilma, conforme informações do Correio Braziliense.
Os comentários foram removidos, mas de acordo com o ‘Correio Braziliense’, o internauta comentou uma publicação do petista com frases em tons de ameaça. “olha Edinho Silva f**** da p*** quem vai morrer é você e os petistas [sic]. Vocês vão ver a democracia que vocês conhecem. Bala. Morrendo uns 50 petistas e comunistas o resto foge com o rabo no meio das pernas, bem o perfil de covardes. Não ande tão tranquilo já tem gente na sua cola comunista f**** da p***”, afirmou.
Por decorrência do comentário, ele pediu ajuda ao ministro da Justiça, Eugenio Aragão, e retrucou nas redes sociais. “Fui ameaçado de morte por um senhor que diverge dos meus posicionamentos na imprensa, quando alerto para os riscos que corremos enquanto sociedade com agravamento da intolerância. A ameaça foi feita na minha página no Facebook”, diz em post.
Em nota divulgada à imprensa, ele complementa “A ameaça a mim dirigida é mais uma demonstração da avalanche intolerante que tomou conta do Brasil. Pessoas falam em matar como se fosse um ato simples, sem significado. A partir deste episódio, enfatizo a necessidade de fortalecermos o diálogo como instrumento de superação da crise política, para vencermos a intolerância e unificarmos o país, respeitando a nossa diversidade política, religiosa, de opções cidadãs, de raças, gêneros e culturais”.
Outras ameaças
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator da Operação Lava Jato, Teori Zavascki, também sofreu ofensas contra ele e a família. O episódio aconteceu no dia 22 de março, após ele retirar as investigações que envolvem o ex-presidente Lula da responsabilidade do juiz federal Sérgio Moro (primeira instância) e transferi-las para a Suprema Corte.
Na última quarta-feira (30), a Polícia Federal identificou os possíveis autores da intimidação, porém não revelou o número de envolvidos. Apenas afirmou que alguns deles foram localizados do Rio Grande do Sul.
Os comentários foram removidos, mas de acordo com o ‘Correio Braziliense’, o internauta comentou uma publicação do petista com frases em tons de ameaça. “olha Edinho Silva f**** da p*** quem vai morrer é você e os petistas [sic]. Vocês vão ver a democracia que vocês conhecem. Bala. Morrendo uns 50 petistas e comunistas o resto foge com o rabo no meio das pernas, bem o perfil de covardes. Não ande tão tranquilo já tem gente na sua cola comunista f**** da p***”, afirmou.
Por decorrência do comentário, ele pediu ajuda ao ministro da Justiça, Eugenio Aragão, e retrucou nas redes sociais. “Fui ameaçado de morte por um senhor que diverge dos meus posicionamentos na imprensa, quando alerto para os riscos que corremos enquanto sociedade com agravamento da intolerância. A ameaça foi feita na minha página no Facebook”, diz em post.
Em nota divulgada à imprensa, ele complementa “A ameaça a mim dirigida é mais uma demonstração da avalanche intolerante que tomou conta do Brasil. Pessoas falam em matar como se fosse um ato simples, sem significado. A partir deste episódio, enfatizo a necessidade de fortalecermos o diálogo como instrumento de superação da crise política, para vencermos a intolerância e unificarmos o país, respeitando a nossa diversidade política, religiosa, de opções cidadãs, de raças, gêneros e culturais”.
Imagem: Reprodução/Instagram
Edinho Silva é ameaçado na web
Edinho Silva é ameaçado na webOutras ameaças
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator da Operação Lava Jato, Teori Zavascki, também sofreu ofensas contra ele e a família. O episódio aconteceu no dia 22 de março, após ele retirar as investigações que envolvem o ex-presidente Lula da responsabilidade do juiz federal Sérgio Moro (primeira instância) e transferi-las para a Suprema Corte.
Na última quarta-feira (30), a Polícia Federal identificou os possíveis autores da intimidação, porém não revelou o número de envolvidos. Apenas afirmou que alguns deles foram localizados do Rio Grande do Sul.
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