A 2ª Câmara Especializada Criminal do Tribunal de Justiça decidiu aceitar denúncia contra o vereador de Pio IX Antônio Orlando Pereira dos Santos (PT), acusado de compra e venda de veículos roubados e adulteração de documentos. A decisão é do dia 20 de abril.
O vereador foi preso em flagrante em março de 2015 pela Polícia Rodoviária Federal por conduzir um veículo modelo Nissan Frontier clonado e com documentação adulterada. Segundo dados do Infoseg o veículo é produto de roubo/furto ocorrido em Salvador-BA.
Participaram do julgamento, além do relator Erivan José da Silva Lopes, os desembargadores Joaquim Dias de Santana Filho e Eulália Maria R. G. N. Pinheiro.
Outro lado
O GP1 entrou em contato com o vereador Orlando, que voltou a afirmar não ser o proprietário do veículo. “O veículo que eu estava conduzindo não era meu, meu veículo era um Siena, inclusive isso vai estar na minha defesa", explicou.
O vereador reclamou do tratamento que recebeu por parte da polícia. “Eu sou um cidadão, eu apresentei a documentação. Eu pedi pra passarem na casa do dono do transporte pra comprovar que o carro era dele, mas não teve acordo e falaram até em algema, me conduziram até a delegacia, chegando lá foi confusão, porque eles colocaram que além de ser preso conduzindo o carro [roubado], eles ainda colocaram que estava com a documentação falsa e eu nunca falsifiquei documento nenhum”, disse.
Orlando ainda disse que está tranquilo pois toda a cidade sabe que o veículo não é seu e que o dono vai assumir ser o real proprietário do carro. “Toda a cidade, o povo todo sabe qual era o meu carro e a gente vai trabalhar essa questão. Eu já sabia que o Tribunal ia aceitar mas eu estou tranquilo porque a população me conhece sabe que o transporte não era meu, inclusive o dono vai dizer que o transporte era dele”, concluiu.
O vereador foi preso em flagrante em março de 2015 pela Polícia Rodoviária Federal por conduzir um veículo modelo Nissan Frontier clonado e com documentação adulterada. Segundo dados do Infoseg o veículo é produto de roubo/furto ocorrido em Salvador-BA.
Participaram do julgamento, além do relator Erivan José da Silva Lopes, os desembargadores Joaquim Dias de Santana Filho e Eulália Maria R. G. N. Pinheiro.
Outro lado
O GP1 entrou em contato com o vereador Orlando, que voltou a afirmar não ser o proprietário do veículo. “O veículo que eu estava conduzindo não era meu, meu veículo era um Siena, inclusive isso vai estar na minha defesa", explicou.
O vereador reclamou do tratamento que recebeu por parte da polícia. “Eu sou um cidadão, eu apresentei a documentação. Eu pedi pra passarem na casa do dono do transporte pra comprovar que o carro era dele, mas não teve acordo e falaram até em algema, me conduziram até a delegacia, chegando lá foi confusão, porque eles colocaram que além de ser preso conduzindo o carro [roubado], eles ainda colocaram que estava com a documentação falsa e eu nunca falsifiquei documento nenhum”, disse.
Orlando ainda disse que está tranquilo pois toda a cidade sabe que o veículo não é seu e que o dono vai assumir ser o real proprietário do carro. “Toda a cidade, o povo todo sabe qual era o meu carro e a gente vai trabalhar essa questão. Eu já sabia que o Tribunal ia aceitar mas eu estou tranquilo porque a população me conhece sabe que o transporte não era meu, inclusive o dono vai dizer que o transporte era dele”, concluiu.
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