Em entrevista a jornalistas estrangeiros, a presidente Dilma Rousseff (PT) declarou que pretende recorrer ao Mercado Comum do Sul (Mercosul) e a (União de Nações Sul-Americanas) Unasul caso o processo de impeachment que tramita no Senado Federal contra seu mandato, que intitula como “golpe”, seja concretizado. As informações são da ‘Veja’.
Existe uma cláusula democrática prevista no Mercosul – criado em 1991, é formado pelos países efetivos Brasil, Argentina, Venezuela, Paraguai e Uruguai e associado ao Peru, Chile, Equador, Bolívia e Colômbia – que ao ser acionada, pode acarretar na suspensão ou expulsão do país do bloco comercial, como já aconteceu com o Paraguai.
Caso haja ruptura da ordem democrática, conforme o Protocolo de Ushuaia, assinado em 1998, o país pode ficar impedido totalmente ou parcialmente de transitar pelas fronteiras terrestres, aéreas e marítimas, podendo ocasionar também a limitação do comércio, das comunicações e do fornecimento de energia e outros serviços.
"Eu alegarei a cláusula, inexoravelmente, se caracterizar de fato, a partir de agora, uma ruptura do que eu considero um processo democrático. Agora, quando isso ocorrerá, depende de fatos que eu não controlo”, afirmou Dilma.
A presidente esteve em Nova York, nos Estados Unidos para participar de uma cerimônia de assinatura do Acordo de Paris sobre Mudança do Clima que aconteceu ontem sexta-feira (22), na sede da Organização das Nações Unidas (ONU).
Acordo de Paris
Sobre o acordo global climático, ele foi assinado na 21ª Conferência das Partes (COP21) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima em Paris que aconteceu em dezembro de 2015 e pela primeira vez na história, 195 países chegaram a uma concordância mundial sobre o clima.
O ‘Acordo de Paris’ tem como intuito limitar o crescimento da emissão de gases de efeito estufa e a criação de um fundo global de 100 bilhões de dólares, financiado por países ricos, a partir do ano de 2020, como tentativa de frear o aquecimento global a 1,5°C.
(22), onde discursou na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, na cerimônia de assinatura do Acordo do Clima de Paris.
Imagem: AP
Presidente Dilma Rousseff
Presidente Dilma RousseffExiste uma cláusula democrática prevista no Mercosul – criado em 1991, é formado pelos países efetivos Brasil, Argentina, Venezuela, Paraguai e Uruguai e associado ao Peru, Chile, Equador, Bolívia e Colômbia – que ao ser acionada, pode acarretar na suspensão ou expulsão do país do bloco comercial, como já aconteceu com o Paraguai.
Caso haja ruptura da ordem democrática, conforme o Protocolo de Ushuaia, assinado em 1998, o país pode ficar impedido totalmente ou parcialmente de transitar pelas fronteiras terrestres, aéreas e marítimas, podendo ocasionar também a limitação do comércio, das comunicações e do fornecimento de energia e outros serviços.
"Eu alegarei a cláusula, inexoravelmente, se caracterizar de fato, a partir de agora, uma ruptura do que eu considero um processo democrático. Agora, quando isso ocorrerá, depende de fatos que eu não controlo”, afirmou Dilma.
A presidente esteve em Nova York, nos Estados Unidos para participar de uma cerimônia de assinatura do Acordo de Paris sobre Mudança do Clima que aconteceu ontem sexta-feira (22), na sede da Organização das Nações Unidas (ONU).
Acordo de Paris
Sobre o acordo global climático, ele foi assinado na 21ª Conferência das Partes (COP21) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima em Paris que aconteceu em dezembro de 2015 e pela primeira vez na história, 195 países chegaram a uma concordância mundial sobre o clima.
O ‘Acordo de Paris’ tem como intuito limitar o crescimento da emissão de gases de efeito estufa e a criação de um fundo global de 100 bilhões de dólares, financiado por países ricos, a partir do ano de 2020, como tentativa de frear o aquecimento global a 1,5°C.
(22), onde discursou na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, na cerimônia de assinatura do Acordo do Clima de Paris.
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