A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou o processo em que pedia explicações a presidente afastada Dilma Rousseff, por ela chamar de “golpe” o processo de impeachment.
A defesa de Dilma teria apresentado as conversas gravadas pelo ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado com alguns políticos.
“Ao serem divulgados pela imprensa, estes diálogos demonstraram cabalmente que a verdadeira razão deste processo de impeachment não é a aplicação de eventuais crimes de responsabilidade a uma presidente da República que eventualmente os tivesse praticado. A intenção é, na verdade, afastar uma presidente da República pelo simples fato de ter cumprido a lei, ou seja, ter permitido que as investigações contra a corrupção no país avançassem de forma autônoma e republicana”, afirmou Cardozo.
Tornou-se publica a delação premiada de Sérgio Machado, na última terça-feira (14), onde mais de 20 políticos estão envolvidos nas fraudes da Petrobras, o presidente interino Michel Temer também está entre os políticos.
A defesa de Dilma teria apresentado as conversas gravadas pelo ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado com alguns políticos.
Imagem: Exame
STF arquiva processo contra Dilma sobre tese de "golpe"
De acordo com a Veja, o advogado de Dilma José Eduardo Cardozo, disse ao STF que "talvez a melhor forma de atestar que este processo de impeachment é um verdadeiro golpe de Estado tenha sido estas conversas gravadas por Sérgio Machado”.
STF arquiva processo contra Dilma sobre tese de "golpe"“Ao serem divulgados pela imprensa, estes diálogos demonstraram cabalmente que a verdadeira razão deste processo de impeachment não é a aplicação de eventuais crimes de responsabilidade a uma presidente da República que eventualmente os tivesse praticado. A intenção é, na verdade, afastar uma presidente da República pelo simples fato de ter cumprido a lei, ou seja, ter permitido que as investigações contra a corrupção no país avançassem de forma autônoma e republicana”, afirmou Cardozo.
Tornou-se publica a delação premiada de Sérgio Machado, na última terça-feira (14), onde mais de 20 políticos estão envolvidos nas fraudes da Petrobras, o presidente interino Michel Temer também está entre os políticos.
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