Nesta quarta-feira (29), o ministro Dias Toffoli, do Superior Tribunal Federal (STF), revogou a prisão do ex-ministro Paulo Bernardo, detido na última quinta-feira (23), na Operação Custo Brasil, que investiga desvios do Ministério do Planejamento. O petista é acusado de ter se beneficiado de propina de contratos do Ministério do Planejamento entre os anos de 2010 a 2015.
A decisão foi uma resposta da reclamação feita pelo advogado do petista, Juliano Breda, junto ao tribunal. "A prisão era absolutamente ilegal, profundamente injusta. A decisão seguiu rigorosamente a Constituição e os precedentes do STF", disse Juliano Breda.
De acordo a Folha de São Paulo, o ministro do STF revogou a prisão preventiva e ainda determinou que a Justiça de São Paulo avaliasse a aplicação de medidas alternativas, como uso de tornozeleira eletrônica.
A decisão foi uma resposta da reclamação feita pelo advogado do petista, Juliano Breda, junto ao tribunal. "A prisão era absolutamente ilegal, profundamente injusta. A decisão seguiu rigorosamente a Constituição e os precedentes do STF", disse Juliano Breda.
Imagem: Veja
O ex-ministro Paulo Bernardo, foi detido na última quinta-feira (23), na Operação Custo Brasil
Na reclamação, a defesa do petista pedia a nulidade da ação envolvendo o ex-ministro. Além disso, que o caso fosse julgado no Supremo já que as provas relacionadas a ele são similares às que envolvem a esposa dele, a senadora Gleisi Hoffmann (PT- PR).
O ex-ministro Paulo Bernardo, foi detido na última quinta-feira (23), na Operação Custo BrasilDe acordo a Folha de São Paulo, o ministro do STF revogou a prisão preventiva e ainda determinou que a Justiça de São Paulo avaliasse a aplicação de medidas alternativas, como uso de tornozeleira eletrônica.
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