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Política

Governo Federal divulga lista de novos ministros após saídas para eleições de 2026

O prazo para desincompatibilização termina neste sábado (31), conforme determina a legislação eleitoral.

O Governo Federal confirmou, nesta terça-feira (31), que 14 ministérios passarão por troca de comando em razão da saída de titulares que pretendem disputar as eleições de 2026. O prazo para desincompatibilização termina neste sábado (31), conforme determina a legislação eleitoral.

A medida faz parte do processo natural de reorganização da Esplanada dos Ministérios em anos pré-eleitorais, permitindo que os ocupantes de cargos públicos possam concorrer a mandatos eletivos.

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência BrasilPalácio do Planalto
Palácio do Planalto

Entre os nomes que não aparecem na lista de substituições está o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele deixou o cargo no último dia 19 de março e foi substituído pelo então secretário-executivo Dario Durigan. Haddad deve disputar o governo de São Paulo nas próximas eleições.

Outro nome fora da relação é o do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin. Ele permanecerá no cargo, já que foi confirmado como candidato à reeleição na chapa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2026.

Também não consta na lista a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, que deve concorrer a uma vaga no Senado pelo Paraná.

Confira abaixo as mudanças:

Casa Civil: sai Rui Costa (PT) para concorrer ao Senado pela Bahia e entra Miriam Belchior, atual secretária-executiva;

Ministério dos Transportes: sai Renan Filho (MDB) para concorrer ao governo de Alagoas e entra George Santoro, atual secretário-executivo;

Ministério dos Portos e Aeroportos: sai Silvio Costa Filho (Republicanos) para concorrer a deputado federal por Pernambuco e entra Tomé Franca, atual secretário-executivo;

Ministério do Planejamento e Orçamento: sai Simone Tebet (PSB) para concorrer ao Senado por São Paulo e entra Bruno Moretti, atual secretário especial de Análise Governamental da Casa Civil da Presidência da República;

Ministério do Meio Ambiente: sai Marina Silva (Rede) para concorrer a um cargo ainda não definido e entra Paulo Ribeiro Capobianco, atual secretário-executivo;

Ministério da Igualdade Racial: sai Anielle Franco (PT) para concorrer a deputada federal pelo Rio de Janeiro e entra Rachel Barros de Oliveira, secretária-executiva;

Ministério dos Povos Indígenas: sai Sônia Guajajara (PSOL), ainda sem pré-candidatura definida, e entra Eloy Terena, atual secretário-executivo;

Ministério da Agricultura e Pecuária: sai Carlos Fávaro (PSD) para concorrer ao governo de Mato Grosso e entra André de Paula, atual Ministro da Pesca e Aquicultura;

Ministério da Pesca e Aquicultura, sai André de Paula para substituir Carlos Fávaro e entra Rivetla Edipo Araujo Cruz, atual secretário-executivo;

Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania: sai Macaé Evaristo (PT) para concorrer a deputada estadual por Minas Gerais e entra Janine Mello dos Santos, atual secretária-executiva;

Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar: sai Paulo Teixeira (PT) para concorrer a deputado federal por São Paulo e entra Fernanda Machiaveli, atual secretária-executiva;

Ministério da Educação: sai Camilo Santana (PT), ainda sem candidatura definida, e entra Leonardo Barchini, atual secretário-executivo;

Ministério do Esporte: sai André Fufuca (PP), para concorrer ao Senado pelo Maranhão e entra Paulo Henrique Cordeiro Perna, atual secretário nacional de Esporte Amador, Educação, Lazer e Inclusão Social;

Ministério das Cidades: sai Jader Barbalho Filho (MDB), possível pré-candidato a deputado federal pelo Pará, e entra Antônio Vladimir Lima, atual secretário-executivo;

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