A decisão monocrática é do dia 13 de março e o conselheiro explicou que a Divisão de Atos de Fiscalização de Pessoal (DFAP) encontrou algumas irregularidades.
Raimundo Nei justificou que as exonerações são de interesse público. Muitos prefeitos realizaram esse tipo de exoneração com o objetivo de fazer um maior controle dos gastos com pessoal
Os denunciados apresentaram defesa alegando que não restou configurada a prática de atos de improbidade administrativa e requereram a total improcedência da ação.