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A dor do crescimento em adolescentes é normal

O manejo das dores do crescimento pode incluir massagens suaves, compressas quentes e alongamentos leves.

A dor do crescimento é uma queixa comum entre adolescentes, caracterizada por dores musculoesqueléticas, geralmente nas pernas. Embora o termo "dor do crescimento" sugira que essas dores estejam relacionadas ao crescimento ósseo, a causa exata ainda não é totalmente compreendida pela medicina.

Essas dores ocorrem principalmente durante a noite, afetando os músculos da coxa, panturrilha e atrás dos joelhos. Elas podem variar de leve a intensa, sendo muitas vezes descritas como um desconforto profundo ou latejante. Os adolescentes que praticam atividades físicas intensas ou estão passando por um rápido período de crescimento parecem ser mais suscetíveis a essas dores.

Os pais frequentemente se preocupam ao ver seus filhos sofrendo, mas é importante destacar que as dores do crescimento não são indicativas de problemas médicos graves. Elas geralmente desaparecem por conta própria e não estão associadas a inchaço, vermelhidão ou calor nas áreas afetadas, sinais que poderiam indicar outras condições mais sérias.


O manejo das dores do crescimento pode incluir massagens suaves, compressas quentes e alongamentos leves. Analgésicos como o paracetamol ou o ibuprofeno também podem ser usados para aliviar a dor, mas sempre com orientação médica. Manter uma rotina regular de atividade física moderada e uma dieta balanceada pode ajudar a fortalecer os músculos e ossos, potencialmente reduzindo a frequência e a intensidade das dores.

É fundamental que os adolescentes mantenham uma boa higiene do sono e adotem posturas corretas ao realizar suas atividades diárias. Se as dores forem persistentes, muito intensas ou acompanhadas de outros sintomas, é importante procurar um profissional de saúde para uma avaliação mais detalhada.

Em resumo, a dor do crescimento é uma parte normal do desenvolvimento em muitos adolescentes, embora possa ser desconfortável e perturbadora. Com cuidados simples e apoio, a maioria dos jovens consegue passar por essa fase sem maiores complicações.

*** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do GP1

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