Vivemos em uma época em que nunca foi tão fácil ficar parado. O avanço da tecnologia, o excesso de telas, os jogos eletrônicos, as redes sociais e a redução dos espaços de convivência ativa estão criando uma geração que se movimenta cada vez menos.
De acordo com dados recentes da Organização Mundial da Saúde, 84% dos jovens brasileiros são fisicamente inativos. Esse número é alarmante e coloca o Brasil entre os países com maior índice de sedentarismo juvenil do mundo.
O corpo jovem também adoece quando não se move
Muitos acreditam que doenças crônicas só aparecem com o envelhecimento, mas isso é um engano. A falta de movimento já está cobrando um preço alto entre nossos adolescentes e jovens adultos.
O sedentarismo nessa faixa etária está diretamente ligado ao aumento de:
- Obesidade e sobrepeso cada vez mais precoces;
- Diabetes tipo 2 em adolescentes, algo que há poucas décadas era raro;
- Hipertensão e colesterol alto antes dos 30 anos;
- Ansiedade, depressão e distúrbios do sono;
- Dores nas costas, má postura e fraqueza muscular, reflexo do excesso de tempo sentado.
Nosso corpo foi projetado para o movimento. Quando ele não se move, tudo entra em desequilíbrio — o coração enfraquece, os músculos atrofiam, os ossos perdem densidade, o metabolismo desacelera e até o cérebro perde desempenho.
Se 84% dos nossos jovens estão parados, é sinal de que estamos formando uma geração que pode viver menos e adoecer mais cedo.
O corpo humano foi feito para o movimento — e quanto mais cedo o jovem entender isso, maior será sua chance de um futuro saudável.
O movimento é o melhor remédio que existe — e o único que não tem contraindicação.
*** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do GP1
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