A Ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), receberá na próxima segunda-feira (17), em Brasília, todos os secretários de Segurança Pública dos estados para uma reunião, a fim de discutir estratégias para o enfrentamento à violência homofóbica no País.
Segundo a secretária nacional de promoção dos Direitos Humanos, Nadine Borges, o encontro acontece em um momento importante, pois o governo brasileiro tem realizado diversas ações para promover a cidadani – Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transexuais - e combater a violência e a discriminação contra o segmento. “A política de segurança pública do país é de responsabilidade dos estados e do governo federal. Entretanto, cabe aos estados executarem essas políticas e garantir a segurança de todos os cidadãos, independente da sua orientação sexual. Daí a importância deste encontro”, afirmou.
Os gr upos de defesa dos direitos humanos de LGBT tem denunciado o aumento da violência homofóbica. Dados do Grupo Gay da Bahia dão conta que em 2010 houve um aumento de 31,3% dos assassinatos de homossexuais, travestis e lésbicas no Brasil: foram 260 casos contra 198 em 2009. No Piauí, por exemplo, foram 8 homicídios, contra 02 registrados em 2009. Marinalva Santana, do Grupo Matizes, pondera que o tom raivoso do discurso religioso fundamentalista contribui para recrudescer a violência homofóbica. "Aqui no Piauí, por exemplo, além de ter quadruplicado o número de assassinatos, houve também o aumento do número de denúncias de discriminação. Se somarmos os números registrados na Delegacia de Direitos Humanos, com as denuncias do disque 100 e do disque cidadania homossexual, constataremos um crescimento acentuado dos casos de intolerância motivados por homofobia" pontua Marinalva.
Segundo a secretária nacional de promoção dos Direitos Humanos, Nadine Borges, o encontro acontece em um momento importante, pois o governo brasileiro tem realizado diversas ações para promover a cidadani – Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transexuais - e combater a violência e a discriminação contra o segmento. “A política de segurança pública do país é de responsabilidade dos estados e do governo federal. Entretanto, cabe aos estados executarem essas políticas e garantir a segurança de todos os cidadãos, independente da sua orientação sexual. Daí a importância deste encontro”, afirmou.
Os gr upos de defesa dos direitos humanos de LGBT tem denunciado o aumento da violência homofóbica. Dados do Grupo Gay da Bahia dão conta que em 2010 houve um aumento de 31,3% dos assassinatos de homossexuais, travestis e lésbicas no Brasil: foram 260 casos contra 198 em 2009. No Piauí, por exemplo, foram 8 homicídios, contra 02 registrados em 2009. Marinalva Santana, do Grupo Matizes, pondera que o tom raivoso do discurso religioso fundamentalista contribui para recrudescer a violência homofóbica. "Aqui no Piauí, por exemplo, além de ter quadruplicado o número de assassinatos, houve também o aumento do número de denúncias de discriminação. Se somarmos os números registrados na Delegacia de Direitos Humanos, com as denuncias do disque 100 e do disque cidadania homossexual, constataremos um crescimento acentuado dos casos de intolerância motivados por homofobia" pontua Marinalva.
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