O deputado federal Nazareno Fonteles (PT-PI) relatou, em discurso na tribuna da Câmara dos Deputados, viagem que fez semana passada à Colômbia. Como representante do Brasil na Frente Parlamentar de Combate à Fome na América Latina e Caribe, ele viajou ao país após receber convites da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) e da própria ONU, para participar do 2º Fórum Parlamentar de Combate à Fome na América Latina e Caribe e de uma consulta que a Organização das Nações Unidas fez a especialistas em segurança alimentar e nutricional de diversos países.
Segundo Nazareno os encontros contaram com o apoio da FAO e de diversas entidades da sociedade civil. Durante os eventos foi criada a Frente Parlamentar de Combate à Fome da Colômbia, inspirada no modelo brasileiro, assim como já aconteceu na Argentina, Equador e Uruguai. “Vários outros países estão criando frentes parlamentares de combate à fome, o que mostra que a iniciativa brasileira, por nós idealizada, já se tornou referência para todo o mundo”, disse.
Nazareno listou uma série de conclusões a que o Fórum de Parlamentares contra a Fome chegou, entre as quais destacou o fortalecimento dos parlamentos na sua independência em relação aos outros poderes e o incentivo à participação popular na elaboração e fiscalização das leis relacionadas ao direito à alimentação e a criação de frentes parlamentares nacionais e regionais em prol da soberania e segurança alimentar e do Direito Humano à Alimentação Adequada.
O deputado também falou da importância de representar o parlamento brasileiro, a convite da ONU, numa consulta que a Organização fez a um grupo seleto de especialistas em Direito Humano à Alimentação, sob a coordenação do professor Olivier De Schutter, Relator Especial sobre o Direito à Alimentação da ONU e de Barbara Ekwall, chefe da equipe de Direito à Alimentação da FAO-Roma. “Junto com quarenta e poucos especialistas no assunto fizemos um grande debate onde pude falar da experiência brasileira com programas exitosos, como o Bolsa Família, o Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar, da Alimentação Escolar e de tantos outros programas igualmente elogiados pela ONU”.
“Ficou patente que os governos da região devem fortalecer as políticas públicas destinadas a garantir a agricultura familiar, os programas de alimentação escolar e à presença da mulher, em igualdade de direito com o homem, na luta pelo direito à alimentação”, concluiu.
Segundo Nazareno os encontros contaram com o apoio da FAO e de diversas entidades da sociedade civil. Durante os eventos foi criada a Frente Parlamentar de Combate à Fome da Colômbia, inspirada no modelo brasileiro, assim como já aconteceu na Argentina, Equador e Uruguai. “Vários outros países estão criando frentes parlamentares de combate à fome, o que mostra que a iniciativa brasileira, por nós idealizada, já se tornou referência para todo o mundo”, disse.
Nazareno listou uma série de conclusões a que o Fórum de Parlamentares contra a Fome chegou, entre as quais destacou o fortalecimento dos parlamentos na sua independência em relação aos outros poderes e o incentivo à participação popular na elaboração e fiscalização das leis relacionadas ao direito à alimentação e a criação de frentes parlamentares nacionais e regionais em prol da soberania e segurança alimentar e do Direito Humano à Alimentação Adequada.
O deputado também falou da importância de representar o parlamento brasileiro, a convite da ONU, numa consulta que a Organização fez a um grupo seleto de especialistas em Direito Humano à Alimentação, sob a coordenação do professor Olivier De Schutter, Relator Especial sobre o Direito à Alimentação da ONU e de Barbara Ekwall, chefe da equipe de Direito à Alimentação da FAO-Roma. “Junto com quarenta e poucos especialistas no assunto fizemos um grande debate onde pude falar da experiência brasileira com programas exitosos, como o Bolsa Família, o Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar, da Alimentação Escolar e de tantos outros programas igualmente elogiados pela ONU”.
“Ficou patente que os governos da região devem fortalecer as políticas públicas destinadas a garantir a agricultura familiar, os programas de alimentação escolar e à presença da mulher, em igualdade de direito com o homem, na luta pelo direito à alimentação”, concluiu.
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