Um assalto com reféns praticado por pelo menos oito homens armados em um edifício comercial levou policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) a isolar um quarteirão do Centro do Rio na manhã de domingo. Os assaltantes fizeram dois vigias e a funcionária de um escritório reféns, roubaram o conteúdo de três cofres de uma agência de turismo e conseguiram fugir.
Os bandidos chegaram ao edifício de número 70 da Rua do Passeio por volta das 7h e renderam dois vigilantes no momento da troca de turno deles. Eles obrigaram os funcionários a subir com eles até o oitavo andar, onde arrombaram a porta da agência, que também funciona como casa de câmbio.
A operadora de call center Luciana Fernandes estava trabalhando desde cedo num escritório do décimo andar. Ela disse ter desconfiado do assalto ao ver os homens desconhecidos que acompanhavam os vigilantes pelas câmeras de segurança e ligou para a polícia. No entanto, ela foi localizada pelos bandidos, que a levaram para o térreo com um dos vigilantes sob a mira de um revólver.
Luciana contou que conseguiu se separar do grupo e pedir ajuda. Ela ligou para o 190, para o gerente da empresa em que trabalha, parentes e até chegou a mandar mensagens no Twitter, o que levou a Polícia Militar, cujo quartel-general fica a um quarteirão do prédio, a enviar equipes para o local. A operadora de call center conseguiu fugir por um prédio abandonado vizinho.
"Aparentemente, eles queriam dinheiro. Não queriam maquinário, nada. Eles me levaram para baixo e depois mandaram a gente voltar para o elevador. Eu me separei do porteiro e fui para o terraço, onde fiquei escondida um tempo pedindo ajuda. Depois eu pulei para o prédio do lado e desci para chamar a polícia", contou Luciana, que prestou depoimento na delegacia da Lapa (5º DP).
A Polícia Civil deve pedir as imagens do circuito interno das câmeras do prédio nesta segunda-feira. O comandante do batalhão da PM no Centro, coronel Amaury Simões, disse que as características da ação permitem a suspeita de crime premeditado por alguém que já conhecia o prédio ou a agência assaltada.
Ele contou que apenas um dos três cofres da agência foi arrombado, mas não soube informar o montante levado. Os outros dois aparentemente foram abertos com o segredo. "Tudo leva a crer nisso, porque eles já tinham um objetivo. Eles sabiam em que firma iam roubar, só foram no oitavo andar. Eles já estavam com esse objetivo pronto", declarou.
Homens da PM e do Bope mantiveram o cerco do quarteirão que envolve as ruas do Passeio e das Marrecas, na região entre a Cinelândia e os Arcos da Lapa, e vasculharam o prédio invadido e edifícios vizinhos, mas nenhum suspeito foi encontrado.
Os bandidos chegaram ao edifício de número 70 da Rua do Passeio por volta das 7h e renderam dois vigilantes no momento da troca de turno deles. Eles obrigaram os funcionários a subir com eles até o oitavo andar, onde arrombaram a porta da agência, que também funciona como casa de câmbio.
A operadora de call center Luciana Fernandes estava trabalhando desde cedo num escritório do décimo andar. Ela disse ter desconfiado do assalto ao ver os homens desconhecidos que acompanhavam os vigilantes pelas câmeras de segurança e ligou para a polícia. No entanto, ela foi localizada pelos bandidos, que a levaram para o térreo com um dos vigilantes sob a mira de um revólver.
Luciana contou que conseguiu se separar do grupo e pedir ajuda. Ela ligou para o 190, para o gerente da empresa em que trabalha, parentes e até chegou a mandar mensagens no Twitter, o que levou a Polícia Militar, cujo quartel-general fica a um quarteirão do prédio, a enviar equipes para o local. A operadora de call center conseguiu fugir por um prédio abandonado vizinho.
"Aparentemente, eles queriam dinheiro. Não queriam maquinário, nada. Eles me levaram para baixo e depois mandaram a gente voltar para o elevador. Eu me separei do porteiro e fui para o terraço, onde fiquei escondida um tempo pedindo ajuda. Depois eu pulei para o prédio do lado e desci para chamar a polícia", contou Luciana, que prestou depoimento na delegacia da Lapa (5º DP).
A Polícia Civil deve pedir as imagens do circuito interno das câmeras do prédio nesta segunda-feira. O comandante do batalhão da PM no Centro, coronel Amaury Simões, disse que as características da ação permitem a suspeita de crime premeditado por alguém que já conhecia o prédio ou a agência assaltada.
Ele contou que apenas um dos três cofres da agência foi arrombado, mas não soube informar o montante levado. Os outros dois aparentemente foram abertos com o segredo. "Tudo leva a crer nisso, porque eles já tinham um objetivo. Eles sabiam em que firma iam roubar, só foram no oitavo andar. Eles já estavam com esse objetivo pronto", declarou.
Homens da PM e do Bope mantiveram o cerco do quarteirão que envolve as ruas do Passeio e das Marrecas, na região entre a Cinelândia e os Arcos da Lapa, e vasculharam o prédio invadido e edifícios vizinhos, mas nenhum suspeito foi encontrado.
Ver todos os comentários | 0 |