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Justiça do Rio de Janeiro quer força-tarefa para julgar grupos e milícias

Ainda nesta noite, será realizada uma reunião com os juízes criminais e promotores da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo para definir quais serão os magistrados que farão parte da for

O presidente do Tribunal de Justiça do Rio, desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, disse nesta segunda-feira que uma comissão de juízes vai atuar para agilizar os processos de repercussão e que envolvem grupos de extermínio e milícias. Ainda nesta noite, será realizada uma reunião com os juízes criminais e promotores da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo para definir quais serão os magistrados que farão parte da força-tarefa.

Três juízes foram destacados para responder pela vara nos casos de urgência nesta segunda-feira. O desembargador disse também que a força-tarefa dará início às suas atividades assim que a 4ª Vara Criminal, que está lacrada para investigações desde o dia do crime, for liberada pela polícia.

Em relação à segurança dos magistrados, o presidente declarou que há um mês determinou a compra de seis carros blindados para o TJ e, após a morte da juíza Patrícia Acioli, irá alugar mais cinco para atender os magistrados que se sentirem ameaçados.

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