Em solenidade realizada no Espaço Cultural do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a Revista Eletrônica Consultor Jurídico (Conjur) promoveu o lançamento do Anuário da Justiça Federal 2012.
O presidente do STJ, ministro Ari Pargendler, participou da abertura do evento e falou sobre a importância da obra para o Poder Judiciário e para o país: “O Anuário resumiu, com perfeição, a história da Justiça Federal.”
O coquetel teve a presença de juízes, desembargadores, empresários e dos ministros Cesar Asfor Rocha, Castro Meira, Massami Uyeda, Herman Benjamin, Jorge Mussi, Mauro Campbell Marques, Raul Araújo, Villas Bôas Cueva, Marco Buzzi e Marco Aurélio Bellizze, além do desembargador convocado Vasco Della Giustina.
Márcio Chaer, diretor do Conjur, falou sobre a necessidade de preservar a memória da Justiça brasileira. “O Brasil tem hoje o melhor Judiciário da história”, segundo ele, por isso é preciso criar a cultura de documentar e divulgar suas atividades. “A obra apresenta uma radiografia física, humana e científica inédita da Justiça Federal”, acrescentou.
O desembargador Olindo Menezes, presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, disse que a publicação é “uma obra muito importante na linha de preservação da história da Justiça Federal do Brasil, pois nós não temos, no Poder Judiciário, a cultura de preservar a memória”.
“A obra é importantíssima, primeiro para orientar a nós mesmos, porque juiz não olha muito para si próprio, e o anuário tem esse papel: de revelar para cada um de nós as nossas características, quem é o companheiro que senta ao lado na nossa bancada. E funciona como espelho vivo, revelando como pensamos, como decidimos, mostrando uma face que nós mesmos não percebemos”, afirmou Nelson Calandra, presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB).
O ministro Massami Uyeda discorreu sobre a iniciativa do Conjur. “Trazer esse perfil, a linha de entendimento dos integrantes dos Tribunais Regionais Federais, não só facilita ao advogado, mas também a nós, que somos destinatários dos recursos. O Brasil é um gigante, e conhecer o pensamento dos julgadores de cada região é uma grande oportunidade”, declarou.
“Essa obra traz o perfil da Justiça Federal, que vem ganhando importância cada vez maior desde a edição da Constituição de 1988. E é muito importante para os operadores de direito conhecerem não apenas os órgãos da Justiça Federal, mas também aqueles que nela atuam”, comentou o ministro Ricardo Lewandowski, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O presidente do STJ, ministro Ari Pargendler, participou da abertura do evento e falou sobre a importância da obra para o Poder Judiciário e para o país: “O Anuário resumiu, com perfeição, a história da Justiça Federal.”
O coquetel teve a presença de juízes, desembargadores, empresários e dos ministros Cesar Asfor Rocha, Castro Meira, Massami Uyeda, Herman Benjamin, Jorge Mussi, Mauro Campbell Marques, Raul Araújo, Villas Bôas Cueva, Marco Buzzi e Marco Aurélio Bellizze, além do desembargador convocado Vasco Della Giustina.
Márcio Chaer, diretor do Conjur, falou sobre a necessidade de preservar a memória da Justiça brasileira. “O Brasil tem hoje o melhor Judiciário da história”, segundo ele, por isso é preciso criar a cultura de documentar e divulgar suas atividades. “A obra apresenta uma radiografia física, humana e científica inédita da Justiça Federal”, acrescentou.
O desembargador Olindo Menezes, presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, disse que a publicação é “uma obra muito importante na linha de preservação da história da Justiça Federal do Brasil, pois nós não temos, no Poder Judiciário, a cultura de preservar a memória”.
“A obra é importantíssima, primeiro para orientar a nós mesmos, porque juiz não olha muito para si próprio, e o anuário tem esse papel: de revelar para cada um de nós as nossas características, quem é o companheiro que senta ao lado na nossa bancada. E funciona como espelho vivo, revelando como pensamos, como decidimos, mostrando uma face que nós mesmos não percebemos”, afirmou Nelson Calandra, presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB).
O ministro Massami Uyeda discorreu sobre a iniciativa do Conjur. “Trazer esse perfil, a linha de entendimento dos integrantes dos Tribunais Regionais Federais, não só facilita ao advogado, mas também a nós, que somos destinatários dos recursos. O Brasil é um gigante, e conhecer o pensamento dos julgadores de cada região é uma grande oportunidade”, declarou.
“Essa obra traz o perfil da Justiça Federal, que vem ganhando importância cada vez maior desde a edição da Constituição de 1988. E é muito importante para os operadores de direito conhecerem não apenas os órgãos da Justiça Federal, mas também aqueles que nela atuam”, comentou o ministro Ricardo Lewandowski, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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