As distribuidoras da Eletrobras no Piauí (Cepisa) e em Alagoas (Ceal) devem ser as primeiras a serem vendidas para o setor privado, caso seja aprovada a proposta em análise de reestruturação da estatal que inclui a venda das distribuidoras federalizadas, disse ao site Estadão, uma fonte do governo familiarizada com o assunto.
Segundo essa fonte, a Cepisa e a Ceal seriam mais atrativas para o capital privado, porque fazem parte do Sistema Interligado Nacional - rede de linhas de transmissão que une praticamente todo o país.
A reestruturação do sistema Eletrobras visa reduzir os custos e adequar a companhia à nova realidade do mercado. A possibilidade de vendê-las já foi admitida publicamente por diretores da Eletrobras, mas a decisão final depende de aval do governo, principal acionista da companhia.
Contudo, a Eletrobras informou que, até o momento, não recebeu, por parte do acionista majoritário (o governo), nenhuma orientação para vender qualquer distribuidora. Assim, não poderia comentar a hipótese.
Site da Cepisa
Na sessão Histórico do site da Cepisa, é possível ler a informação de que "Numa primeira fase, a ELETROBRÁS amplia sua participação acionária na empresa para 48,86% das ações ordinárias e assume em 13 de janeiro de 1997 a gestão da CEPISA de forma compartilhada com o Governo do Estado. No mesmo ano, em 20 de outubro, a ELETROBRÁS, adquire o controle acionário da CEPISA, ou seja 98,8%, e assume o compromisso de preparar a empresa para a privatização".
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Segundo essa fonte, a Cepisa e a Ceal seriam mais atrativas para o capital privado, porque fazem parte do Sistema Interligado Nacional - rede de linhas de transmissão que une praticamente todo o país.
A reestruturação do sistema Eletrobras visa reduzir os custos e adequar a companhia à nova realidade do mercado. A possibilidade de vendê-las já foi admitida publicamente por diretores da Eletrobras, mas a decisão final depende de aval do governo, principal acionista da companhia.
Contudo, a Eletrobras informou que, até o momento, não recebeu, por parte do acionista majoritário (o governo), nenhuma orientação para vender qualquer distribuidora. Assim, não poderia comentar a hipótese.
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Na sessão Histórico do site da Cepisa, é possível ler a informação de que "Numa primeira fase, a ELETROBRÁS amplia sua participação acionária na empresa para 48,86% das ações ordinárias e assume em 13 de janeiro de 1997 a gestão da CEPISA de forma compartilhada com o Governo do Estado. No mesmo ano, em 20 de outubro, a ELETROBRÁS, adquire o controle acionário da CEPISA, ou seja 98,8%, e assume o compromisso de preparar a empresa para a privatização".
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