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Testemunha de defesa rejeita ideia de mais que uma centena de corpos no Carandiru

Testemunha de defesa disse três motivos para PM invadir o Carandiru no dia 2 de outubro de 1992.

Terceira testemunha de defesa a depor, o desembargador Luís Augusto San Juan França disse havia três motivos para que a Polícia Militar entrasse na Casa de Detenção: os presos haviam dominado o presídio, a rebelião poderia se estender ao Pavilhão 8 e o Carandiru ficava próximo da rodoviária do Tietê e de dois shoppings – locais com grande concentração de pessoas.

“A rebelião ainda estava acontecendo. Eu cheguei lá umas 16, 16h30″, afirmou ele, que permaneceu no presídio até as 22h.

As duas primeiras testemunhas de defesa, os desembargadores Ivo de almeida e Fernando Antonio Torres Garcia, eram subordinados a França na época do massacre.

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