A Defensoria Pública de São Paulo entrou com uma ação judicial para que o Governo do Estado de São Paulo pague uma indenização aos pais do bebê Lucas de Paula Abrão, que morreu em maio depois de não conseguir uma vaga em um hospital de São Paulo.
A Defensoria Pública de São Paulo pede uma indenização aos pais do bebê de pouco mais de R$ 800 mil, além de um pedido formal de desculpas.
Segundo a assessoria de imprensa do Estado de São Paulo, o Governo do Estado ainda não foi notificado oficialmente sobre o pedido da Defensoria Pública.
Caso
A criança nasceu em Praia Grande, no dia 27 de março. Um dia depois teve que ser internada na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica do Hospital Irmã Dulce. Ela apresentou hipertensão pulmonar e aumento nos movimentos de respiração.
Na ocasião, ele foi diagnosticado sopro no coração. O menino teve alta mas continuou tendo problemas. Ele foi internado na Santa Casa de Santos e fez exames que apontaram que o menino tinha uma grave doença no coração.
Segundo os médicos, Lucas deveria ter ter sido operado em um hospital de referência em São Paulo. Como tinha de ser monitorado, precisava de um transporte especial até a Capital. Mesmo com pedidos na justiça para agilizar o transporte, a transferência não foi realizada e Lucas morreu no dia 20 de maio.
A Defensoria Pública de São Paulo pede uma indenização aos pais do bebê de pouco mais de R$ 800 mil, além de um pedido formal de desculpas.
Segundo a assessoria de imprensa do Estado de São Paulo, o Governo do Estado ainda não foi notificado oficialmente sobre o pedido da Defensoria Pública.
Caso
A criança nasceu em Praia Grande, no dia 27 de março. Um dia depois teve que ser internada na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica do Hospital Irmã Dulce. Ela apresentou hipertensão pulmonar e aumento nos movimentos de respiração.
Na ocasião, ele foi diagnosticado sopro no coração. O menino teve alta mas continuou tendo problemas. Ele foi internado na Santa Casa de Santos e fez exames que apontaram que o menino tinha uma grave doença no coração.
Segundo os médicos, Lucas deveria ter ter sido operado em um hospital de referência em São Paulo. Como tinha de ser monitorado, precisava de um transporte especial até a Capital. Mesmo com pedidos na justiça para agilizar o transporte, a transferência não foi realizada e Lucas morreu no dia 20 de maio.
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