Depois dos ataques às comunidades pacificadas de Manguinhos, Camarista Méier e Complexo do Alemão na noite de quinta-feira (20) no Rio, os locais amanheceram com policiamento reforçado nesta sexta-feira (21). As Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) da cidade estão em alerta máximo, segundo o comandante das bases, Frederico Caldas. Policiais militares tiveram as folgas suspensas e estão de prontidão – inclusive agentes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) – para eventuais operações.
Em Manguinhos, a comunidade mais prejudicada, localizada na Zona Norte, escolas e comércios não abriram nesta sexta-feira. Além da PM, a Polícia Civil está de prontidão com todo o seu efetivo – também com tropas especializadas, como a Coordenadoria de Recursos Especiais (Core).
O secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, garantiu o alerta. Tanto o secretário quanto o governador do Rio, Sérgio Cabral, viajaram a Brasília na manhã desta sexta-feira para solicitar à Presidência da República o apoio das Forças Federais para conter ataques em áreas pacificadas. Com informações do G1.
Imagem: Carlos Moraes/ Agência O Dia
Em Manguinhos, a comunidade mais prejudicada, localizada na Zona Norte, escolas e comércios não abriram nesta sexta-feira.
Em Manguinhos, a comunidade mais prejudicada, localizada na Zona Norte, escolas e comércios não abriram nesta sexta-feira.Em Manguinhos, a comunidade mais prejudicada, localizada na Zona Norte, escolas e comércios não abriram nesta sexta-feira. Além da PM, a Polícia Civil está de prontidão com todo o seu efetivo – também com tropas especializadas, como a Coordenadoria de Recursos Especiais (Core).
O secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, garantiu o alerta. Tanto o secretário quanto o governador do Rio, Sérgio Cabral, viajaram a Brasília na manhã desta sexta-feira para solicitar à Presidência da República o apoio das Forças Federais para conter ataques em áreas pacificadas. Com informações do G1.
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