A Mocidade Alegre foi a grande campeã do Carnaval de São Paulo em 2014. A escola recebeu 269,7 pontos na apuração realizada nesta terça (4), ficando à frente da Rosas de Ouro (269,4) e da Águia de Ouro (269,3), vice-campeã e terceira colocada respectivamente. Pérola Negra e Leandro de Itaquera foram rebaixadas para o grupo de acesso.
É o terceiro título consecutivo da Mocidade, que consolida sua hegemonia neste século –ela também havia sido campeã em 2004, 2007 e 2009.
A tradicional escola da Zona Norte foi a terceira a desfilar na madrugada de sábado (1º) para domingo, no segundo dia de apresentações no Anhembi. Ela entrou logo depois da Gaviões da Fiel, que dominava a arquibancada, e mesmo assim conseguiu causar grande impacto com o enredo "Andar com fé eu vou, que a fé não costuma falhar".
Mergulhando na religiosidade de várias partes do mundo, a escola vestiu várias de suas alas com elementos de religiões como o judaísmo, o candomblé, o islamismo, o espiritismo e crenças indígenas como a pajelança cabocla, as benzedeiras e os curandeiros. "Oh pai, conduz teus fiéis a buscar / na eternidade encontrar, a salvação", diz um do versos do samba-enredo da Mocidade. A superstição também foi levada à avenida, com componentes fantasiados de gato preto, horóscopo e numerologia. "Arruda pra benzer / ervas pra curar / tem reza forte da maria benzedeira", cantaram os 3.500 integrantes no refrão.
Com evolução impecável, a escola viveu momentos de tensão apenas nos últimos segundos do desfile, já que o último carro passou pela linha de chegada poucos segundos antes de estourar o tempo máximo.
A escola terminou o desfile no tempo limite, de 65 minutos. Integrantes da Mocidade distribuíram medalhas de São Jorge à plateia. Muitos dos que recebiam, beijavam o adereço e agradeciam.
É o terceiro título consecutivo da Mocidade, que consolida sua hegemonia neste século –ela também havia sido campeã em 2004, 2007 e 2009.
A tradicional escola da Zona Norte foi a terceira a desfilar na madrugada de sábado (1º) para domingo, no segundo dia de apresentações no Anhembi. Ela entrou logo depois da Gaviões da Fiel, que dominava a arquibancada, e mesmo assim conseguiu causar grande impacto com o enredo "Andar com fé eu vou, que a fé não costuma falhar".
Mergulhando na religiosidade de várias partes do mundo, a escola vestiu várias de suas alas com elementos de religiões como o judaísmo, o candomblé, o islamismo, o espiritismo e crenças indígenas como a pajelança cabocla, as benzedeiras e os curandeiros. "Oh pai, conduz teus fiéis a buscar / na eternidade encontrar, a salvação", diz um do versos do samba-enredo da Mocidade. A superstição também foi levada à avenida, com componentes fantasiados de gato preto, horóscopo e numerologia. "Arruda pra benzer / ervas pra curar / tem reza forte da maria benzedeira", cantaram os 3.500 integrantes no refrão.
Com evolução impecável, a escola viveu momentos de tensão apenas nos últimos segundos do desfile, já que o último carro passou pela linha de chegada poucos segundos antes de estourar o tempo máximo.
A escola terminou o desfile no tempo limite, de 65 minutos. Integrantes da Mocidade distribuíram medalhas de São Jorge à plateia. Muitos dos que recebiam, beijavam o adereço e agradeciam.

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