A tia do garoto Bernardo Boldrini vai ficar com a guarda provisória da irmã caçula do menino segundo determinação da Justiça do Rio Grande do Sul. A decisão de que a guarda da criança de um ano e cinco meses será da irmã de Graciele foi tomada no sábado (26).
A Comarca de Três Passos havia retirado o poder familiar sobre a família de Leandro e Graciele na sexta-feira (25). A Comarca de Santo Augusto, onde vive Simone Ugulini, emitiu a decisão de caráter liminar no sábado.
De acordo com o advogado Vanderlei Pompeo de Mattos, que defende a enfermeira na investigação sobre a morte de Bernardo, a criança já estava com a mulher. “A irmã da Graciele também é enfermeira e é madrinha do bebê. Além disso, ela tem um filho de cinco anos, o que facilita a interação com a criança”, explicou.
Para o Ministério Público a liminar não gera conflito e não vai recorrer da decisão. "O que queríamos era regularizar a situação dessa criança. Soubemos que a família trocava (a criança) de uma casa para outra e isso criava uma situação de risco”, ressaltou a promotora Dinamárcia Maciel, responsável pelo caso.
O objetivo da ação do MP foi de obter uma posição do Judiciário que apontasse uma pessoa responsável pelo bebê. “Soubemos que o bebê trocou de casa três vezes. Isso nos preocupou. Com esta decisão (que concede a guarda à irmã de Graciele) nos damos por satisfeitos. Não vamos recorrer”. Com informações do G1.
A Comarca de Três Passos havia retirado o poder familiar sobre a família de Leandro e Graciele na sexta-feira (25). A Comarca de Santo Augusto, onde vive Simone Ugulini, emitiu a decisão de caráter liminar no sábado.
Imagem: Divulgação
Irmã caçula de Bernardo fica sob guarda provisória de tia.
Irmã caçula de Bernardo fica sob guarda provisória de tia.De acordo com o advogado Vanderlei Pompeo de Mattos, que defende a enfermeira na investigação sobre a morte de Bernardo, a criança já estava com a mulher. “A irmã da Graciele também é enfermeira e é madrinha do bebê. Além disso, ela tem um filho de cinco anos, o que facilita a interação com a criança”, explicou.
Para o Ministério Público a liminar não gera conflito e não vai recorrer da decisão. "O que queríamos era regularizar a situação dessa criança. Soubemos que a família trocava (a criança) de uma casa para outra e isso criava uma situação de risco”, ressaltou a promotora Dinamárcia Maciel, responsável pelo caso.
O objetivo da ação do MP foi de obter uma posição do Judiciário que apontasse uma pessoa responsável pelo bebê. “Soubemos que o bebê trocou de casa três vezes. Isso nos preocupou. Com esta decisão (que concede a guarda à irmã de Graciele) nos damos por satisfeitos. Não vamos recorrer”. Com informações do G1.
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