Adelir Carmen de Góes, 29, teve que fazer uma cesariana contra a própria vontade por determinação da Justiça do Rio Grande do Sul. A paciente disse que se sentiu "frustrada" e "chateada".
Na segunda-feira (31) a gestante queria que a filha nascesse de parto normal, mas a equipe médica do hospital Nossa Senhora dos Navegantes, em Torres, no Litoral Norte Gaúcho, constatou que esse procedimento colocaria em risco a vida da mãe e do bebê.
Sem obedecer as orientações médicas, a mulher voltou pra casa, mas foi reconduzida ao hospital por meio de um oficial de Justiça, além de ser escoltada por policiais para cumprir a ordem judicial. Adelir deu à luz sua filha, Yuja, de 3,6 quilos. Ambas passam bem.
"Me sinto frustrada, muito chateada. Na hora que eu já estava de 5 em 5 minutos com contrações, chegou a polícia, chegou o oficial de Justiça, com viatura e ambulância, me aterrorizando, dizendo que, se não eu não cumprisse o mandado, meu marido ia ser preso", relatou a gestante.
Após ser procurado pela equipe do hospital, e de posse de laudos médicos que atestavam o suposto risco de morte para a mãe e o bebê, o promotor Octavio Noronha, do Ministério Público de Torres, decidiu ingressar na Justiça com um pedido de medida protetiva. A juíza plantonista Liniane Maria Mog da Silva aceitou os argumentos e determinou que a gestante fosse levada novamente ao hospital – com o apoio da polícia, caso necessário – e que o parto fosse feito por cesariana, se essa fosse a recomendação médica naquele momento.
O diretor-técnico do Hospital Nossa Senhora dos Navegantes, Marcelo Fagundes, nega que a instituição tenha induzido a cesariana na paciente e que, pelo contrário, ajudou tanto a mãe quanto o bebê. Porém, o marido de Adelir, Emerson Guimarães Lovari, disse que vai processar o hospital e a equipe médica. Com informações do G1.
Na segunda-feira (31) a gestante queria que a filha nascesse de parto normal, mas a equipe médica do hospital Nossa Senhora dos Navegantes, em Torres, no Litoral Norte Gaúcho, constatou que esse procedimento colocaria em risco a vida da mãe e do bebê.
Sem obedecer as orientações médicas, a mulher voltou pra casa, mas foi reconduzida ao hospital por meio de um oficial de Justiça, além de ser escoltada por policiais para cumprir a ordem judicial. Adelir deu à luz sua filha, Yuja, de 3,6 quilos. Ambas passam bem.
"Me sinto frustrada, muito chateada. Na hora que eu já estava de 5 em 5 minutos com contrações, chegou a polícia, chegou o oficial de Justiça, com viatura e ambulância, me aterrorizando, dizendo que, se não eu não cumprisse o mandado, meu marido ia ser preso", relatou a gestante.
Imagem: Arquivo pessoal
Mulher é obrigada a fazer cesariana por meio de uma ação judicial.
Mulher é obrigada a fazer cesariana por meio de uma ação judicial.Após ser procurado pela equipe do hospital, e de posse de laudos médicos que atestavam o suposto risco de morte para a mãe e o bebê, o promotor Octavio Noronha, do Ministério Público de Torres, decidiu ingressar na Justiça com um pedido de medida protetiva. A juíza plantonista Liniane Maria Mog da Silva aceitou os argumentos e determinou que a gestante fosse levada novamente ao hospital – com o apoio da polícia, caso necessário – e que o parto fosse feito por cesariana, se essa fosse a recomendação médica naquele momento.
O diretor-técnico do Hospital Nossa Senhora dos Navegantes, Marcelo Fagundes, nega que a instituição tenha induzido a cesariana na paciente e que, pelo contrário, ajudou tanto a mãe quanto o bebê. Porém, o marido de Adelir, Emerson Guimarães Lovari, disse que vai processar o hospital e a equipe médica. Com informações do G1.
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