De acordo com a Polícia Militar, cerca de 12 mil pessoas participaram a tarde de sábado (10) de mais uma edição da Marcha da Maconha, tradicional em Ipanema, na Zona Sul do Rio. A chuva que começou logo no início da marca, não impediu a marcha dos manifestantes na Avenida Vieira Souto.
Mães desfilaram com seus filhos que sofrem epilepsia e convulsões na frente da marcha pedindo o direito ao uso de medicamentos à base da Cannabis Sativa.
Uma das mães que esteve presente na Marcha da Maconha foi Margarete Brito que tem uma filha de 5 anos que sofre de epilepsia. A doença de Sofia foi descoberta quando a menina tinha apenas 1 mês de vida. A partir de pesquisas nas redes sociais, Margarete descobriu a história de uma criança americana que estava fazendo uso da substância (Cannabis) para tratar a epilepsia.
"Quando eu soube que o tratamento estava tendo efeito positivo, importei ilegalmente e dei pela primeira vez para a minha filha. Também entrei em contato com as outras mães que têm filhos com essa doença", explicou Margarete, que não importa mais a maconha, mas utiliza uma substância feita ilegalmente por um médico brasileiro para o tratamento da filha. Com informações do G1.
Imagem: Fernanda Rouvenat/G1
Mães vão a Marcha da Maconha para pedir liberação da canabidiol.
Mães vão a Marcha da Maconha para pedir liberação da canabidiol.Mães desfilaram com seus filhos que sofrem epilepsia e convulsões na frente da marcha pedindo o direito ao uso de medicamentos à base da Cannabis Sativa.
Uma das mães que esteve presente na Marcha da Maconha foi Margarete Brito que tem uma filha de 5 anos que sofre de epilepsia. A doença de Sofia foi descoberta quando a menina tinha apenas 1 mês de vida. A partir de pesquisas nas redes sociais, Margarete descobriu a história de uma criança americana que estava fazendo uso da substância (Cannabis) para tratar a epilepsia.
"Quando eu soube que o tratamento estava tendo efeito positivo, importei ilegalmente e dei pela primeira vez para a minha filha. Também entrei em contato com as outras mães que têm filhos com essa doença", explicou Margarete, que não importa mais a maconha, mas utiliza uma substância feita ilegalmente por um médico brasileiro para o tratamento da filha. Com informações do G1.
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