Nesta quinta-feira (15), a movimentação de pessoas em Recife e na região metropolitana parou por causa do medo causado pela greve dos policiais e bombeiros militares. Foram compartilhados nas redes sociais, a ocorrência de assaltos e arrastões fazendo com que um clima de pânico de instalasse no início dessa tarde.
Na avenida Conselheiro Aguiar, no bairro do Pina, na zona sul, grupos fizeram arrastões com facão e pedaços de pau. Um carro foi incendiado em frente a uma churrascaria em Boa Viagem e um hipermercado sofreu um arrastão na zona norte da capital.
Depois de saques feitos na noite de quarta, o clima de insegurança se espalhou. No município de Abreu e Lima, lojas foram arrombadas e as pessoas carregavam geladeiras, fogões, televisores e computadores.
Na manhã desta quinta-feira, mercados de bairros em Abreu e Lima também foram alvo de vândalos que levavam as mercadorias roubadas em carrinhos de mão. Com informações do Estadão.
Imagem: Igo Bione/JC ImagensClique para ampliar
Arrastões são feitos em Recife devido a greve de policiais e bombeiros.
As atividades de lojas, supermercados, escritórios, órgãos públicos e faculdade foram suspensas e a movimentação de pessoas tentando pegar ônibus ou táxi para retornar para suas casas também. Houve tiros na área central da cidade, para dissolver uma tentativa de assalto na praça do Derby.
Arrastões são feitos em Recife devido a greve de policiais e bombeiros.Na avenida Conselheiro Aguiar, no bairro do Pina, na zona sul, grupos fizeram arrastões com facão e pedaços de pau. Um carro foi incendiado em frente a uma churrascaria em Boa Viagem e um hipermercado sofreu um arrastão na zona norte da capital.
Depois de saques feitos na noite de quarta, o clima de insegurança se espalhou. No município de Abreu e Lima, lojas foram arrombadas e as pessoas carregavam geladeiras, fogões, televisores e computadores.
Na manhã desta quinta-feira, mercados de bairros em Abreu e Lima também foram alvo de vândalos que levavam as mercadorias roubadas em carrinhos de mão. Com informações do Estadão.
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