Os Policiais Militares e os bombeiros de Pernambuco decidiram nesta quinta-feira (15), em assembleia, pelo fim da greve. Eles voltarão ao trabalho imediatamente e um canal de negociação será aberto com o governo. Também será encaminhado, à Assembleia Legislativa, um projeto de cargos e carreiras para a categoria, bem como de incorporação do risco de vida ao salário. A proposta deverá ser votada até 30 de julho, segundo acordo firmado com o governo.
O Tribunal de Justiça de Pernambuco havia determinado pela manhã o fim da greve e o retorno imediato ao trabalho. Com a decisão, o governo de Pernambuco disse que não negociaria com policiais e bombeiros militares em greve.
A paralisação começou na noite de terça-feira (13). De acordo com a Associação de Praças Policiais e Bombeiros Militares do Estado de Pernambuco, 80% do efeitvo aderiram à greve. Entre 18 reivindicações, os policiais militares e bombeiros pedem melhores condições de trabalho; reajuste salarial de 50% para soldados e de 30% para oficiais retroativo a janeiro deste ano; aprovação de um novo plano de cargos e carreira; fim da pena de prisão prevista no Código Disciplinar; exigência de curso superior para admissão de novos militares; pagamento de uma gratificação para quem fizer cursos de especialização, além do aumento do valor do tíquete-refeição. Com informações da Agência Brasil
Imagem: Reprodução
Greve dos bombeiros e da PM de Pernambuco chega ao fim
Greve dos bombeiros e da PM de Pernambuco chega ao fim O Tribunal de Justiça de Pernambuco havia determinado pela manhã o fim da greve e o retorno imediato ao trabalho. Com a decisão, o governo de Pernambuco disse que não negociaria com policiais e bombeiros militares em greve.
A paralisação começou na noite de terça-feira (13). De acordo com a Associação de Praças Policiais e Bombeiros Militares do Estado de Pernambuco, 80% do efeitvo aderiram à greve. Entre 18 reivindicações, os policiais militares e bombeiros pedem melhores condições de trabalho; reajuste salarial de 50% para soldados e de 30% para oficiais retroativo a janeiro deste ano; aprovação de um novo plano de cargos e carreira; fim da pena de prisão prevista no Código Disciplinar; exigência de curso superior para admissão de novos militares; pagamento de uma gratificação para quem fizer cursos de especialização, além do aumento do valor do tíquete-refeição. Com informações da Agência Brasil
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