Fechar
GP1

Brasil

Acrobata sofre queda durante espetáculo de circo

Jovem caiu de uma altura de aproximada oito metros.

Durante um apresentação no circo Tihany, um acrobata caiu de uma altura de aproximadamente oito metros e ficou gravemente ferido no domingo (18), em Londrina, norte do Paraná. Ele caiu enquanto fazia um número com mais oito acrobatas.

Imagem: Vanessa Navarro/RPC TV LondrinaClique para ampliarDiretor do circo disse que foi uma fatalidade.(Imagem:Vanessa Navarro/RPC TV Londrina)Diretor do circo disse que foi uma fatalidade.
Segundo a direção do circo, o acrobata foi socorrido imediatamente por uma equipe de paramédicos do próprio circo e foi levado para o Hospital Evangélico. Segundo informações do hospital, o rapaz de 28 anos sofreu traumatismo craniano e está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em estado grave.

O jovem apresentava um número com uma espécie de balanço que lança os acrobatas ao ar para caírem em tecidos, que resguardam a queda dos artistas. Segundo testemunhas, o acrobata bateu em uma estrutura de iluminação e caiu fora dos aparatos que seguram os artistas.

O circo se pronunciou dizendo que segue todas as normas de segurança do trabalho para este tipo de atividade e também mantém uma ambulância perto do palco para prestar socorro rápido em casos de acidente. O médico Felipe Guanaes que estava na plateia e ajudou nos primeiros atendimentos explicou que Wilson Gomes estava inconsciente quando caiu.

"Fizemos as manobras iniciais, junto com a equipe de bombeiros do circo. Enquanto ele era levado para a ambulância, chegou a retomar a consciência, mas estava bastante confuso. A gente já desconfiou ali que seria algo mais grave", diz o médico.

Richard Massone, diretor-executivo da Companhia Tihany, considerou o acidente como uma fatalidade. "Foi um erro humano, um erro de cálculo na hora do salto. Ele nunca errou o tempo. Não sei se foi por falta de atenção, de concentração, ele soltou a mão no tempo errado. O primeiro salto foi perfeito, mas no segundo salto ele saiu de outra maneira, de forma vertical, e caiu sem chances de alcançar a rede e os colchões de proteção.", explica Massone, durante entrevista coletiva.

O diretor também disse que o número é realizado há 22 anos e nesse período não foram registrados acidentes. "Nunca aconteceu absolutamente nada. Não é um número novo, uma experiência que estamos fazendo em Londrina. É algo seguro. Existe sim um risco, por parte do acrobata, inerente a profissão. Porém, toda a segurança necessária é oferecida", afirma Massone. Com informações do G1.

Ver todos os comentários   | 0 |

Facebook
 
© 2007-2026 GP1 - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do GP1.