Durante um apresentação no circo Tihany, um acrobata caiu de uma altura de aproximadamente oito metros e ficou gravemente ferido no domingo (18), em Londrina, norte do Paraná. Ele caiu enquanto fazia um número com mais oito acrobatas.
O jovem apresentava um número com uma espécie de balanço que lança os acrobatas ao ar para caírem em tecidos, que resguardam a queda dos artistas. Segundo testemunhas, o acrobata bateu em uma estrutura de iluminação e caiu fora dos aparatos que seguram os artistas.
O circo se pronunciou dizendo que segue todas as normas de segurança do trabalho para este tipo de atividade e também mantém uma ambulância perto do palco para prestar socorro rápido em casos de acidente. O médico Felipe Guanaes que estava na plateia e ajudou nos primeiros atendimentos explicou que Wilson Gomes estava inconsciente quando caiu.
"Fizemos as manobras iniciais, junto com a equipe de bombeiros do circo. Enquanto ele era levado para a ambulância, chegou a retomar a consciência, mas estava bastante confuso. A gente já desconfiou ali que seria algo mais grave", diz o médico.
Richard Massone, diretor-executivo da Companhia Tihany, considerou o acidente como uma fatalidade. "Foi um erro humano, um erro de cálculo na hora do salto. Ele nunca errou o tempo. Não sei se foi por falta de atenção, de concentração, ele soltou a mão no tempo errado. O primeiro salto foi perfeito, mas no segundo salto ele saiu de outra maneira, de forma vertical, e caiu sem chances de alcançar a rede e os colchões de proteção.", explica Massone, durante entrevista coletiva.
O diretor também disse que o número é realizado há 22 anos e nesse período não foram registrados acidentes. "Nunca aconteceu absolutamente nada. Não é um número novo, uma experiência que estamos fazendo em Londrina. É algo seguro. Existe sim um risco, por parte do acrobata, inerente a profissão. Porém, toda a segurança necessária é oferecida", afirma Massone. Com informações do G1.
Imagem: Vanessa Navarro/RPC TV LondrinaClique para ampliar
Diretor do circo disse que foi uma fatalidade.
Segundo a direção do circo, o acrobata foi socorrido imediatamente por uma equipe de paramédicos do próprio circo e foi levado para o Hospital Evangélico. Segundo informações do hospital, o rapaz de 28 anos sofreu traumatismo craniano e está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em estado grave.
Diretor do circo disse que foi uma fatalidade.O jovem apresentava um número com uma espécie de balanço que lança os acrobatas ao ar para caírem em tecidos, que resguardam a queda dos artistas. Segundo testemunhas, o acrobata bateu em uma estrutura de iluminação e caiu fora dos aparatos que seguram os artistas.
O circo se pronunciou dizendo que segue todas as normas de segurança do trabalho para este tipo de atividade e também mantém uma ambulância perto do palco para prestar socorro rápido em casos de acidente. O médico Felipe Guanaes que estava na plateia e ajudou nos primeiros atendimentos explicou que Wilson Gomes estava inconsciente quando caiu.
"Fizemos as manobras iniciais, junto com a equipe de bombeiros do circo. Enquanto ele era levado para a ambulância, chegou a retomar a consciência, mas estava bastante confuso. A gente já desconfiou ali que seria algo mais grave", diz o médico.
Richard Massone, diretor-executivo da Companhia Tihany, considerou o acidente como uma fatalidade. "Foi um erro humano, um erro de cálculo na hora do salto. Ele nunca errou o tempo. Não sei se foi por falta de atenção, de concentração, ele soltou a mão no tempo errado. O primeiro salto foi perfeito, mas no segundo salto ele saiu de outra maneira, de forma vertical, e caiu sem chances de alcançar a rede e os colchões de proteção.", explica Massone, durante entrevista coletiva.
O diretor também disse que o número é realizado há 22 anos e nesse período não foram registrados acidentes. "Nunca aconteceu absolutamente nada. Não é um número novo, uma experiência que estamos fazendo em Londrina. É algo seguro. Existe sim um risco, por parte do acrobata, inerente a profissão. Porém, toda a segurança necessária é oferecida", afirma Massone. Com informações do G1.
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