Durante praticamente um mês, o morador de São Miguel Arcanjo (SP) ficou com um pedaço de arame alojado no coração. O metal ficou alojado devido um acidente com uma roçadeira. Depois da cirurgia realizada o homem teve alta, segundo assessoria da unidade e deixou o hospital Instituto de Cardiologia Dante Pazzanese, em São Paulo (SP), nesta quarta-feira (21).
Com sete centímetros o material atingiu o peito da vítima de 30 anos no seu local de trabalho como caseiro. Segundo os médicos, o morador trabalhava com a roçadeira e então sentiu um objeto entrar no peito brutalmente. O acidente que aconteceu em abril só teve o arame descoberto em uma tomografia duas semanas depois.
Segundo o especialista o caso poderia ter tomado proporções bem maiores e graves. “Ele teria morrido primeiramente se o arame fosse de uma espessura maior. Segundo, se tivesse atingido uma câmera de pressão maior, como o ventrículo esquerdo, ou provocado até mesmo hemorragia para fora do coração, e que fosse contido pelo pericárdio, que é uma membrana, uma bolsa, que reveste o coração para protegê-lo em condições normais. Esse sangue extravasando entre a superfície externa do coração e este saco pericárdio poderia estrangular o coração, sufocar o coração, e desencadear um quadro de insuficiência cardíaca comprometendo assim a vida do paciente”, esclarece.
Com Informações do G1
Com sete centímetros o material atingiu o peito da vítima de 30 anos no seu local de trabalho como caseiro. Segundo os médicos, o morador trabalhava com a roçadeira e então sentiu um objeto entrar no peito brutalmente. O acidente que aconteceu em abril só teve o arame descoberto em uma tomografia duas semanas depois.
Imagem: Foto: Reprodução/TV TEM)
Exame mostrou o arame alojado no coração
O médico Manoel Eduardo Borges Marques que fez o atendimento e pediu a tomografia diz que é muito raro um paciente continuar bem com um arame alojado durante duas semanas no coração. “Esse caso é tão específico que nunca saberemos se pode acontecer de novo. Eu nunca havia visto algo assim. O ‘cara’ ficou com um arame alojado no coração e estava andando como se não tivesse acontecido nada”, comenta.
Exame mostrou o arame alojado no coraçãoSegundo o especialista o caso poderia ter tomado proporções bem maiores e graves. “Ele teria morrido primeiramente se o arame fosse de uma espessura maior. Segundo, se tivesse atingido uma câmera de pressão maior, como o ventrículo esquerdo, ou provocado até mesmo hemorragia para fora do coração, e que fosse contido pelo pericárdio, que é uma membrana, uma bolsa, que reveste o coração para protegê-lo em condições normais. Esse sangue extravasando entre a superfície externa do coração e este saco pericárdio poderia estrangular o coração, sufocar o coração, e desencadear um quadro de insuficiência cardíaca comprometendo assim a vida do paciente”, esclarece.
Com Informações do G1
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