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Polícia faz reconstituição da morte do dançarino DG

O dançarino foi encontrado com uma marca de tiro. Depois de ser adiada duas vezes, polícia realiza reconstituição.

A reconstituição da morte de Douglas Rafael da Silva Pereira, o DG, dançarino do programa “Esquenta”, começou às 14h desta segunda-feira (26) depois de ser adiada duas vezes por causa da paralisação dos policiais civis. O dançarino foi morto na manhã do dia 22 de abril, na comunidade do Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Ele foi encontrado com uma marca de tiro.

Imagem: Káthia Mello / G1DG morreu na favela Pavão-Pavãozinho, zona sul do Rio.(Imagem:Káthia Mello / G1)DG morreu na favela Pavão-Pavãozinho, zona sul do Rio.

De acordo com policiais, a reconstituição pode durar 10 horas para esclarecer de onde partiu o tiro que atingiu o dançarino. Depois de contradições, a polícia admitiu que a posição do corpo de DG foi alterada na perícia. Uma imagem divulgada mostrou que ele estava agachado e com uma marca de tiros nas costas.

Porém, antes da veiculação da imagem, a polícia chegou a afirmar que ele havia morrido em decorrência de uma queda. Os nove policiais que participaram de uma operação realizada na comunidade na noite em que DG foi morto negaram terem atirado contra o dançarino. Contudo, seis deles admitiram que fizeram disparos durante a ação no Pavão-Pavãozinho. Com informações do G1.

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