Nesta segunda-feira (26), a gaúcha Amanda Griza chegou ao Brasil após passar 17 dias presa em uma penitenciária chinesa. A jovem estava na China trabalhando como modelo e foi acusada de trabalhar ilegalmente.
Amanda chegou ao aeroporto de Santa Catarina e foi recepcionada pelos pais, amigos e demais familiares. No reencontro, ela não pode conter a emoção.
Os pais da modelo, o casal de empresários Edson e Helena Griza, garantem que ela entrou no país asiático com um visto de negócios. Amanda conta que ficou em uma cela onde permaneciam entre 10 a 14 detentas, e neste local, os policiais tentavam queimar as modelos com cigarro e algumas foram agredidas.
Quando questionada se continuará a ser modelo, a gaúcha se mostrou em dúvida. Ela diz ainda não saber o que fazer. Segundo a jovem, esta é uma profissão que "ama muito", mas não tem certeza, no momento, se permanecerá na carreira.
No Aeroporto Internacional Hercílio Luz, na capital catarinense, a chegada da garota de 19 anos era esperada desde as 20h. No saguão, para os pais, eram um misto de alívio, angústia e saudade. “É estranho. O nosso coração agora está calmo, mas temos receio de como ela vai chegar. A Amanda é uma garota inteligente, forte e tranquila. Só que foi um baque muito grande”, relembrou o pai.
Amanda chegou ao aeroporto de Santa Catarina e foi recepcionada pelos pais, amigos e demais familiares. No reencontro, ela não pode conter a emoção.
Imagem: Patrícia Pozzo/G1
Primeiros momentos ao lado dos pais foi marcado pela emoção e alívio da família
“Foram dois meses e meio de trabalho maravilhosos. Fiz amigos para o resto da vida e não me arrependo de nada. E depois vivi esse pesadelo de ser presa e não saber quando ia sair”, relata Amanda, que passou dois dias sem dormir e sem comer até ser transferida para uma penitenciária depois de passar por um falso teste profissional de policiais simulando um seleção de modelos.
Primeiros momentos ao lado dos pais foi marcado pela emoção e alívio da famíliaOs pais da modelo, o casal de empresários Edson e Helena Griza, garantem que ela entrou no país asiático com um visto de negócios. Amanda conta que ficou em uma cela onde permaneciam entre 10 a 14 detentas, e neste local, os policiais tentavam queimar as modelos com cigarro e algumas foram agredidas.
Quando questionada se continuará a ser modelo, a gaúcha se mostrou em dúvida. Ela diz ainda não saber o que fazer. Segundo a jovem, esta é uma profissão que "ama muito", mas não tem certeza, no momento, se permanecerá na carreira.
No Aeroporto Internacional Hercílio Luz, na capital catarinense, a chegada da garota de 19 anos era esperada desde as 20h. No saguão, para os pais, eram um misto de alívio, angústia e saudade. “É estranho. O nosso coração agora está calmo, mas temos receio de como ela vai chegar. A Amanda é uma garota inteligente, forte e tranquila. Só que foi um baque muito grande”, relembrou o pai.
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