Nesta terça-feira (27), a estudante de direito Luara Viali Silva, o namorado, e o cunhado foram presos acusados de integrar uma quadrilha especializada em arrombamento de caixas eletrônicos.
O grupo foi preso no bairro São Geraldo, em Cariacica, região Metropolitana de Vitória. O bando agia em parceria com mais três suspeitos, que são de fora do Espírito Santo. O prejuízo provocado pela quadrilha ultrapassa R$ 2 milhões, segundo a Polícia Civil.
Luara Viali cursa o 7º período de Direito, em uma faculdade particular de Cariacica. Além de integrar o quadro de funcionários da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) em função administrativa. A Sejus informou que a suspeita foi exonerada no final de abril.
As cifras levadas pelo bando desde 2012 já somam R$ 2 milhões. Por exemplo, somente em um dos arrombamentos, em Jacaraípe, na Serra, foram levados R$ 382 mil. O que rendeu apartamentos e carro de luxo para os integrantes, que antes dos arrombamentos, vendiam churrasquinho.
A polícia conta que a jovem direcionava os comparsas a não trocarem informações pelo telefone. “Ela usava o que aprendia no dia a dia do trabalho para orientar os demais”, explicou o delegado.
O grupo foi preso no bairro São Geraldo, em Cariacica, região Metropolitana de Vitória. O bando agia em parceria com mais três suspeitos, que são de fora do Espírito Santo. O prejuízo provocado pela quadrilha ultrapassa R$ 2 milhões, segundo a Polícia Civil.
Imagem: Reprodução/FacebookClique para ampliar
Universitária, Luara Viali Silva de 23 anos, é presa suspeita de roubo a caixas eletrônicos
A polícia suspeita de pelo menos 13 crimes executado pelo banco, desde 20124. Os outros quatro integrantes estão foragidos. Os irmãos presos não quiseram falar com a imprensa e a jovem não foi apresentada.
Universitária, Luara Viali Silva de 23 anos, é presa suspeita de roubo a caixas eletrônicosLuara Viali cursa o 7º período de Direito, em uma faculdade particular de Cariacica. Além de integrar o quadro de funcionários da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) em função administrativa. A Sejus informou que a suspeita foi exonerada no final de abril.
As cifras levadas pelo bando desde 2012 já somam R$ 2 milhões. Por exemplo, somente em um dos arrombamentos, em Jacaraípe, na Serra, foram levados R$ 382 mil. O que rendeu apartamentos e carro de luxo para os integrantes, que antes dos arrombamentos, vendiam churrasquinho.
A polícia conta que a jovem direcionava os comparsas a não trocarem informações pelo telefone. “Ela usava o que aprendia no dia a dia do trabalho para orientar os demais”, explicou o delegado.
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