A capital do Maranhão amanheceu nesta quinta-feira (29) sem transporte público. Na tarde dessa quarta (28), a primeira audiência do dissídio coletivo instaurado pela Justiça, a pedido dos Rodoviários, acabou sem acordo no Tribunal Regional do Trabalho no Maranhão.
O Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários do Maranhão (Stremma) quer reajuste salarial de 16%, reajuste do vale-alimentação para R$ 500 por mês, inclusão de um dependente no plano de saúde e implantação de plano odontológico. Os reflexos da greve geral dos rodoviários são vistos pela cidade. Sem os coletivos, quem depende do transporte coletivo teve de recorrer mais uma vez ao transporte informal.
Os usuários do município de São José de Ribamar dizem que não sentem tanto a greve porque o transporte coletivo já é precário e há muito tempos eles dependem do transporte alternativo das vans. Uma das vans não parou no ponto para a dona de casa Donatília da Silva. Ela precisa ir a uma consulta na Vila Palmeira, em São Luís. "Eles tão com muita pressa. Já estão cobrando até três reais. Daqui a pouco é cinco. Querem fazer igual RJ, SP. Tem que ter mais transporte aqui. A comunidade de Ribamar é grande", reclamou. Com informações do G1
O Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários do Maranhão (Stremma) quer reajuste salarial de 16%, reajuste do vale-alimentação para R$ 500 por mês, inclusão de um dependente no plano de saúde e implantação de plano odontológico. Os reflexos da greve geral dos rodoviários são vistos pela cidade. Sem os coletivos, quem depende do transporte coletivo teve de recorrer mais uma vez ao transporte informal.
Imagem: Clarissa Carramilo/G1 MA
São Luís amanhece sem ônibus pelo terceiro dia consecutivo
São Luís amanhece sem ônibus pelo terceiro dia consecutivo Os usuários do município de São José de Ribamar dizem que não sentem tanto a greve porque o transporte coletivo já é precário e há muito tempos eles dependem do transporte alternativo das vans. Uma das vans não parou no ponto para a dona de casa Donatília da Silva. Ela precisa ir a uma consulta na Vila Palmeira, em São Luís. "Eles tão com muita pressa. Já estão cobrando até três reais. Daqui a pouco é cinco. Querem fazer igual RJ, SP. Tem que ter mais transporte aqui. A comunidade de Ribamar é grande", reclamou. Com informações do G1
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