A partir do segundo semestre deste ano, os integrantes da Corte do Supremo Tribunal Federal (STF), vão começar uma mobilização para que sejam intensificados esforços no julgamento de Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) e das chamadas Ações de Repercussão Geral. A ação é para agilizar as ADIs que ficaram paradas no período do julgamento do mensalão.
Os ministros entendem que a saída de Barbosa vai favorecer o STF a voltar a sua “função constitucional” de análise das Ações Diretas consideradas polêmicas e também as ações que possam influenciar no comportamento dos juízes de segunda instância ou juízes de base, as chamadas Ações de Repercussão Geral.
Ricardo Lewandowski, futuro presidente do Supremo, já admitiu que pretende dar prioridade ao julgamento destes dois tipos de ações, retomando o que ele tem chamado de “vocação natural” do Supremo. Alguns ministros já começam a dialogar com Lewandowski nas últimas semanas justamente com a intenção de priorizar a análise de ADIs e das repercussões gerais. Com informações do IG
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STF voltará a julgar Ações Diretas de Inconstitucionalidade no segundo semestre
STF voltará a julgar Ações Diretas de Inconstitucionalidade no segundo semestre Os ministros entendem que a saída de Barbosa vai favorecer o STF a voltar a sua “função constitucional” de análise das Ações Diretas consideradas polêmicas e também as ações que possam influenciar no comportamento dos juízes de segunda instância ou juízes de base, as chamadas Ações de Repercussão Geral.
Ricardo Lewandowski, futuro presidente do Supremo, já admitiu que pretende dar prioridade ao julgamento destes dois tipos de ações, retomando o que ele tem chamado de “vocação natural” do Supremo. Alguns ministros já começam a dialogar com Lewandowski nas últimas semanas justamente com a intenção de priorizar a análise de ADIs e das repercussões gerais. Com informações do IG
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