O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou pedido de liminar feito por dois médicos contra medidas cautelares impostas pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). A decisão foi da ministra Regina Helena Costa.
Os dois médicos foram condenados em fevereiro há 18 e 17 anos de reclusão em regime inicial fechado, acusados de forjar diagnóstico e de remover órgãos de um menino ainda vivo para vendê-los. O crime teria ocorrido no ano de 2000, em Poços de Caldas (MG).
No dia 9 de maio, o TJMG revogou a prisão preventiva dos réus para que aguardassem em liberdade o julgamento do recurso contra a condenação. Em contrapartida, determinou diversas medidas cautelares, entre elas a suspensão da função pública e a proibição de acesso à Santa Casa de Misericórdia de Poços de Caldas. Eles também foram proibidos de se ausentar da comarca por mais de 15 dias sem autorização judicial.
Imagem: Reprodução
STJ nega liminar a médicos envolvidos com trafico de órgãos
STJ nega liminar a médicos envolvidos com trafico de órgãos Os dois médicos foram condenados em fevereiro há 18 e 17 anos de reclusão em regime inicial fechado, acusados de forjar diagnóstico e de remover órgãos de um menino ainda vivo para vendê-los. O crime teria ocorrido no ano de 2000, em Poços de Caldas (MG).
No dia 9 de maio, o TJMG revogou a prisão preventiva dos réus para que aguardassem em liberdade o julgamento do recurso contra a condenação. Em contrapartida, determinou diversas medidas cautelares, entre elas a suspensão da função pública e a proibição de acesso à Santa Casa de Misericórdia de Poços de Caldas. Eles também foram proibidos de se ausentar da comarca por mais de 15 dias sem autorização judicial.
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