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STF nega pedido de Habeas Corpus a ex-procurador acusado de pedofilia

O Ministro Teori Zavascki foi o relator do processo.

O Supremo Tribunal Federal (STF) negou o pedido de Habeas Corpus, interpelado pela defesa do ex-procurador-geral do Estado de Roraima Luciano Alves de Queiroz, condenado por estupro e atentado violento ao pudor contra menores de idade. O pedido tentava anular a ação penal no qual foi condenado, alegando incompetência do juízo que analisou a causa.

A defesa do ex-procurador argumentou que seu cliente não poderia ter sido processado e julgado pelo juiz da 2ª Vara Criminal de Boa Vista, mas pelo Tribunal de Justiça de Roraima (TJ-RR), uma vez que o cargo que exercia à época dos fatos lhe garantiria foro por prerrogativa de função.

Imagem: ReproduçãoSTF nega pedido de Habeas Corpus a ex-procurador acusado de pedofilia (Imagem:Reprodução)STF nega pedido de Habeas Corpus a ex-procurador acusado de pedofilia

Em primeira instância, Luciano Alves de Queiroz pegou mais de 247 anos de reclusão, entendimento reformado pelo Tribunal de Justiça de Roraima, onde foi condenado a pouco mais de 75 anos de prisão em regime inicialmente fechado. Antes mesmo de ser condenado em primeira instância, ele foi exonerado do cargo de procurador-geral do Estado de Roraima.

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