A Norte Energia informou nesta sexta-feira (30), que o inicio da operação da hidrelétrica de Belo Monte foi adiado pela segunda vez. A geração de energia deveria começar em 28 de fevereiro desde ano, mas por problemas o prazo foi adiado para novembro de 2015.
De acordo com o G1, por meio de comunicado, o consorcio informou que o prazo para o funcionamento vai ser descumprido e será novamente adiado. Para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o novo prazo ficou estabelecido para fevereiro de 2016.
A Norte Energia pode ser multada até perder a concessão de Belo Monte se descumprir o cronograma. Mas a aplicação das penalidades só podem ocorrer depende da abertura de um processo administrativo pela Aneel e a comprovação de que a concessionária realmente foi responsável pelos atrasos.
Motivos do Atraso
A justificativa usada pela Norte Energia para o atraso foi que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), não entregou a Licença de Operação da usina. Sem a autorização a Norte Energia não tem permissão para acumular água no reservatório para gerar energia.
Caso a autorização fosse dada hoje, seriam necessários 45 dias para o enchimento dos reservatórios, levando o inicio da operação para o mês de dezembro.
Fora das normas
Thomaz Miazaki de Toledo, diretor de Licenciamento Ambiental do Ibama, comunicou que o consórcio não comprovou o cumprimento de algumas condicionantes para a emissão da licença.
Dentro das condições estão, obras rodoviárias (implantação de pontes e recomposição de estradas) na região onde Belo Monte; conclusão de obras de saneamento em comunidades locais; e conclusão do remanejamento de populações atingidas pela obra.
O Consorcio informou que cumpriu as condicionantes listadas pelo Ibama e que já enviou ao órgão documentação comprovando isso.
Adiamento
A Norte Energia informou que o atraso de 441 dias casou o primeiro adiamento do contrato de concessão da hidrelétrica, que previa o início da sua operação em fevereiro. O consorcio alega que não foi responsável e chegou a pedir à Aneel o perdão do atraso, o que foi negado.
De acordo com o G1, por meio de comunicado, o consorcio informou que o prazo para o funcionamento vai ser descumprido e será novamente adiado. Para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o novo prazo ficou estabelecido para fevereiro de 2016.
Imagem: Divulgação/Norte Energia
Para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o novo prazo ficou estabelecido para fevereiro de 2016.
Para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o novo prazo ficou estabelecido para fevereiro de 2016. A Norte Energia pode ser multada até perder a concessão de Belo Monte se descumprir o cronograma. Mas a aplicação das penalidades só podem ocorrer depende da abertura de um processo administrativo pela Aneel e a comprovação de que a concessionária realmente foi responsável pelos atrasos.
Motivos do Atraso
A justificativa usada pela Norte Energia para o atraso foi que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), não entregou a Licença de Operação da usina. Sem a autorização a Norte Energia não tem permissão para acumular água no reservatório para gerar energia.
Caso a autorização fosse dada hoje, seriam necessários 45 dias para o enchimento dos reservatórios, levando o inicio da operação para o mês de dezembro.
Fora das normas
Thomaz Miazaki de Toledo, diretor de Licenciamento Ambiental do Ibama, comunicou que o consórcio não comprovou o cumprimento de algumas condicionantes para a emissão da licença.
Dentro das condições estão, obras rodoviárias (implantação de pontes e recomposição de estradas) na região onde Belo Monte; conclusão de obras de saneamento em comunidades locais; e conclusão do remanejamento de populações atingidas pela obra.
O Consorcio informou que cumpriu as condicionantes listadas pelo Ibama e que já enviou ao órgão documentação comprovando isso.
Adiamento
A Norte Energia informou que o atraso de 441 dias casou o primeiro adiamento do contrato de concessão da hidrelétrica, que previa o início da sua operação em fevereiro. O consorcio alega que não foi responsável e chegou a pedir à Aneel o perdão do atraso, o que foi negado.
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