Na segunda-feira (21) um turista teve a mão e parte do braço amputados por um tubarão em Fernando de Noronha. O homem de 33 anos foi levado em um avião de salvamento para Recife e deve ser encaminhado para o Hospital da Restauração. A vítima é do Paraná e estava mergulhando na praia do Sudoeste quando sofreu o ataque.
Segundo o G1, essa é a primeira vez que é registrado um ataque de tubarão em Noronha. O Instituto Chico Mendes fechou o sudoeste para mergulho nesta terça-feira (22). Apenas o pesquisador de tubarões, Leonardo Veras, e a fotógrafa e bióloga Zaira Mateus, estão autorizados a realizar um mergulho na Praia do Sueste para investigar o ataque.
Nota
A administração do lugar divulgou uma nota sobre o boletim médico a vitima:
“Paciente do sexo masculino, de 33 anos, Turista do Paraná. Admitido nesta emergência trazido por familiares após mordida de tubarão, com consequente amputação de membro superior direito, em região de antebraço. Admissão com quadro estável Glasgow 15. Queixa de dor em membro. Realizado procedimento de estabilização clinica, reposição hidro eletrolítica, analgesia e monitorização hemodinâmica. Feito contato com cirurgião, ortopedista e anestesista presentes na ilha. Realizado sutura do vaso, analgesia profunda e lavagem de membro amputado sem sintomas. Paciente no momento estável”
Imagem: Ana Clara Marinho/TV Globo
Fernando de Noronha
Fernando de NoronhaSegundo o G1, essa é a primeira vez que é registrado um ataque de tubarão em Noronha. O Instituto Chico Mendes fechou o sudoeste para mergulho nesta terça-feira (22). Apenas o pesquisador de tubarões, Leonardo Veras, e a fotógrafa e bióloga Zaira Mateus, estão autorizados a realizar um mergulho na Praia do Sueste para investigar o ataque.
Nota
A administração do lugar divulgou uma nota sobre o boletim médico a vitima:
“Paciente do sexo masculino, de 33 anos, Turista do Paraná. Admitido nesta emergência trazido por familiares após mordida de tubarão, com consequente amputação de membro superior direito, em região de antebraço. Admissão com quadro estável Glasgow 15. Queixa de dor em membro. Realizado procedimento de estabilização clinica, reposição hidro eletrolítica, analgesia e monitorização hemodinâmica. Feito contato com cirurgião, ortopedista e anestesista presentes na ilha. Realizado sutura do vaso, analgesia profunda e lavagem de membro amputado sem sintomas. Paciente no momento estável”
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