Na manhã desta quarta-feira (23) a Policia Civil do Rio de Janeiro desarticularam uma quadrilha considerada maior de roubo de celulares do país. Os agentes cumprem 35 mandados de prisão às comunidades da Mangueira e do Tuiuti, na Zona Norte do Rio. O grupo criminoso é acusado de cometer mais de cem assaltos.
Segundo o G1, agentes da 20ª DP (Vila Isabel), da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) estão trabalhando na ação. Os assaltos foram registrados por câmeras de segurança.
Esquema
A polícia contou que os criminosos entravam nas lojas e se passavam por clientes. Os aparelhos embalados, ainda nas caixas, eram os preferidos da quadrilha, pois tinham um valor de revenda maior. O prejuízo pode chegar a R$ 11 milhões, mas pode ser ainda maior por que algumas empresas não contabilizaram a perdas completamente.
Investigações
Os agentes informaram que as investigações duraram cerca de seis meses e 45 suspeitos já foram presos. Imagens de câmeras de segurança foram usadas para ajudar a identificar os criminosos. Os assaltantes, que abordavam os vendedores com armas, os obrigavam a colocar os aparelhos em malas e mochilas.
Imagem: Divulgação
O grupo criminoso é acusado de cometer mais de cem assaltos.
O grupo criminoso é acusado de cometer mais de cem assaltos.Segundo o G1, agentes da 20ª DP (Vila Isabel), da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) estão trabalhando na ação. Os assaltos foram registrados por câmeras de segurança.
Esquema
A polícia contou que os criminosos entravam nas lojas e se passavam por clientes. Os aparelhos embalados, ainda nas caixas, eram os preferidos da quadrilha, pois tinham um valor de revenda maior. O prejuízo pode chegar a R$ 11 milhões, mas pode ser ainda maior por que algumas empresas não contabilizaram a perdas completamente.
Investigações
Os agentes informaram que as investigações duraram cerca de seis meses e 45 suspeitos já foram presos. Imagens de câmeras de segurança foram usadas para ajudar a identificar os criminosos. Os assaltantes, que abordavam os vendedores com armas, os obrigavam a colocar os aparelhos em malas e mochilas.
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