Uma jovem alemã de 24 anos registrou Boletim de Ocorrência por violência sexual na Delegacia de Sobral (CE), a 240 quilômetros de Fortaleza. A turista contou que passeava com um amigo austríaco na noite de Natal em Jericoacoara e por volta das 4h da madrugada, foi atacada por um homem que a estuprou e levou sua máquina fotográfica, telefone celular e 400 reais.
Segundo a Veja, a jovem informou que o homem estava de bermuda, sem camisa e de mochila. Ele era moreno, cabelo curto e liso, com estatura mediana. Ela contou ainda que o amigo austríaco nada pôde fazer para evitar o estupro.
A turista estava em Jericoacoara desde 22 de dezembro e pretende voltar para a Alemanha quando sair o laudo do exame. Os agentes da polícia aguardam o resultado para abrir o inquérito, mas já começaram as buscas para prender o estuprador que, suspeita-se, seja um nativo da região.
Outro caso
Em 2014, também na época de Natal, a turista italiana Gaia Molinari morreu estrangulada perto de Pedra Furada, em Jericoacoara. A professora brasileira Mirian França, passou 16 dias presa por ser a principal suspeita do crime.
Como não encontraram evidencia suficientes, a professora Mirian França foi solta por falta de provas. Mesmo depois de um ano do ocorrido, a polícia da região ainda não conseguiu esclarecer o caso.
Imagem: Divulgação
Turista alemã é estuprada em Jericoacoara
Turista alemã é estuprada em JericoacoaraSegundo a Veja, a jovem informou que o homem estava de bermuda, sem camisa e de mochila. Ele era moreno, cabelo curto e liso, com estatura mediana. Ela contou ainda que o amigo austríaco nada pôde fazer para evitar o estupro.
A turista estava em Jericoacoara desde 22 de dezembro e pretende voltar para a Alemanha quando sair o laudo do exame. Os agentes da polícia aguardam o resultado para abrir o inquérito, mas já começaram as buscas para prender o estuprador que, suspeita-se, seja um nativo da região.
Outro caso
Em 2014, também na época de Natal, a turista italiana Gaia Molinari morreu estrangulada perto de Pedra Furada, em Jericoacoara. A professora brasileira Mirian França, passou 16 dias presa por ser a principal suspeita do crime.
Como não encontraram evidencia suficientes, a professora Mirian França foi solta por falta de provas. Mesmo depois de um ano do ocorrido, a polícia da região ainda não conseguiu esclarecer o caso.
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