O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira, 05, a inflação oficial que é medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e apresentou uma variação de 1,27% já no primeiro mês do ano.
Segundo a Agência Brasil, em dezembro de 2015, foi registrada uma aceleração de 0,96%. Em 12 meses, a inflação acumula uma variante de 10,71%, sendo superior ao apurado no final do ano passado, com registro de 10,67%. A alteração é maior que o teto da meta do governo federal, de 6,5%.
Essa inflação é a mais alta do mês de janeiro desde o ano de 2003, quando o IPCA sofreu um aumento de 2,25%. Os segmentos que mais contribuíram para o encarecimento dos preços foram os alimentos (2,89%), as bebidas (2,28%) e os transportes (1,77%). Já os itens que tiveram maior expressão foram a cenoura (32,64%), o tomate (27,27%), a cebola (22,05%) e a batata-inglesa (14,78%).
IPCA
O IPCA faz a variação dos preços dos produtos para famílias que recebem mensalmente entre um e 40 salários mínimos, em 11 regiões metropolitanas do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, Fortaleza, Salvador, Curitiba, Porto Alegre, Goiânia, Vitória e Campo Grande. O intuito é continuar com a alta dos valores em 4,5% ao ano, podendo oscilar 2% para mais ou para menos.
Segundo a Agência Brasil, em dezembro de 2015, foi registrada uma aceleração de 0,96%. Em 12 meses, a inflação acumula uma variante de 10,71%, sendo superior ao apurado no final do ano passado, com registro de 10,67%. A alteração é maior que o teto da meta do governo federal, de 6,5%.
Essa inflação é a mais alta do mês de janeiro desde o ano de 2003, quando o IPCA sofreu um aumento de 2,25%. Os segmentos que mais contribuíram para o encarecimento dos preços foram os alimentos (2,89%), as bebidas (2,28%) e os transportes (1,77%). Já os itens que tiveram maior expressão foram a cenoura (32,64%), o tomate (27,27%), a cebola (22,05%) e a batata-inglesa (14,78%).
IPCA
O IPCA faz a variação dos preços dos produtos para famílias que recebem mensalmente entre um e 40 salários mínimos, em 11 regiões metropolitanas do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, Fortaleza, Salvador, Curitiba, Porto Alegre, Goiânia, Vitória e Campo Grande. O intuito é continuar com a alta dos valores em 4,5% ao ano, podendo oscilar 2% para mais ou para menos.

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