A Polícia Federal encontrou um cofre em uma sala do Banco do Brasil (em São Paulo) com 23 caixas lacradas que pertencem ao ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva. As informações são do Estadão.
Segundo a reportagem, o acervo está guardado desde janeiro de 2011 sem qualquer custo de armazenagem – período que Lula deixou a presidência da República - e permaneceu intocável de lá para cá. Foram 133 itens encontrados, entre eles estão joias, obras de arte e peças decorativas, inclusive um crucifixo barroco que tinha desaparecido do Planalto.
Na época, o objeto ficou conhecido pelo sumiço após a mudança de Lula. De acordo com a coluna Radar, a peça foi esculpida por Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho.
O cofre foi descoberto por acaso pela polícia durante as buscas no apartamento de Lula, em São Bernardo do Campo, através de um documento que dizia “Termo de Transferência de Responsabilidade (Custódia de 23 caixas lacradas)", com a data do dia 19 de março de 2012.
A polícia precisou de dois dias para averiguar todos os bens do ex-presidente que supostamente são presentes de chefes de estado. Um relatório com fotos foi enviado ao juiz Sérgio Moro – responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância.
Segundo a reportagem, o acervo está guardado desde janeiro de 2011 sem qualquer custo de armazenagem – período que Lula deixou a presidência da República - e permaneceu intocável de lá para cá. Foram 133 itens encontrados, entre eles estão joias, obras de arte e peças decorativas, inclusive um crucifixo barroco que tinha desaparecido do Planalto.
Imagem: Estadão
Sala-cofre de Lula é descoberto pela Polícia Federal
Sala-cofre de Lula é descoberto pela Polícia FederalNa época, o objeto ficou conhecido pelo sumiço após a mudança de Lula. De acordo com a coluna Radar, a peça foi esculpida por Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho.
O cofre foi descoberto por acaso pela polícia durante as buscas no apartamento de Lula, em São Bernardo do Campo, através de um documento que dizia “Termo de Transferência de Responsabilidade (Custódia de 23 caixas lacradas)", com a data do dia 19 de março de 2012.
A polícia precisou de dois dias para averiguar todos os bens do ex-presidente que supostamente são presentes de chefes de estado. Um relatório com fotos foi enviado ao juiz Sérgio Moro – responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância.
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