Um relatório divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) na manhã desta terça-feira (22) apontou que o Estado do Ceará triplicou a taxa de homicídio por região entre os anos de 2004 e 2014.
De acordo com o Diário do Nordeste, os dados fazem parte do Atlas da Violência 2016 e apresentou uma evolução de homicídios em dez anos, com 29.608 assassinatos. No Brasil, o Estado é o segundo com o maior índice de assassinatos com 52,2 mortes para cada 100 mil habitantes, perdendo apenas para Alagoas, com 66 homicídios/100 mil habitantes.
Em 2004, segundo a pesquisa, no Ceará foram registrados 1.576 homicídios, enquanto em 2014, o número saltou para 12,66. Isso caracteriza um aumento de 193,1% no período, mas levando em conta a proporção por 100 mil habitantes, o crescimento no Estado representa 166,5%.
A nota técnica divulgada pelo órgão analisa a realidade da violência em números para verificar se houve crescimento de homicídios em várias regiões do país. O estudo leva em conta mortes decorrentes de armas de fogo, violência policial ou contra mulheres, jovens e afrodescendentes.
Imagem: JMais
Taxa de homicídios triplica no Ceará
Taxa de homicídios triplica no CearáDe acordo com o Diário do Nordeste, os dados fazem parte do Atlas da Violência 2016 e apresentou uma evolução de homicídios em dez anos, com 29.608 assassinatos. No Brasil, o Estado é o segundo com o maior índice de assassinatos com 52,2 mortes para cada 100 mil habitantes, perdendo apenas para Alagoas, com 66 homicídios/100 mil habitantes.
Em 2004, segundo a pesquisa, no Ceará foram registrados 1.576 homicídios, enquanto em 2014, o número saltou para 12,66. Isso caracteriza um aumento de 193,1% no período, mas levando em conta a proporção por 100 mil habitantes, o crescimento no Estado representa 166,5%.
A nota técnica divulgada pelo órgão analisa a realidade da violência em números para verificar se houve crescimento de homicídios em várias regiões do país. O estudo leva em conta mortes decorrentes de armas de fogo, violência policial ou contra mulheres, jovens e afrodescendentes.
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