O presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, e mais nove pessoas foram indiciados pela Polícia Federal em um inquérito na Operação Zelotes, pelos crimes de tráfico de influência, corrupção ativa, corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Na última semana o inquérito foi finalizado e enviado para análise do Ministério Público Federal no Distrito Federal.
O Bradesco está sendo investigado na Operação Zelotes desde o ano passado por que ele contratou o grupo que, segundo as investigações, pagava as propinas para ter em troca decisões favoráveis no Carf. No Carf, são julgadas as multas da Receita a empresa e contribuintes.
Em nota, o Bradesco afirmou que o banco e seus executivos não participaram e não contrataram os serviços do grupo investigado na Zelotes.
Veja a nota na íntegra
O Bradesco informa que não houve contratação dos serviços oferecido pelo grupo investigado. Acrescenta que foi derrotado por seis votos a zero no julgamento do Carf. O Bradesco esclarece ainda que o presidente da instituição, Luiz Carlos Trabuco Cappi, não participou de qualquer reunião com o grupo citado.
O mérito do julgamento se refere a ação vencida pelo Bradesco em todas as instâncias da Justiça, em questionamento à cobrança de adicional de PIS/Cofins. Esta ação foi objeto de recurso pela Procuradoria da Fazenda no âmbito do Carf.
O Bradesco irá apresentar seus argumentos juridicamente por meio do seu corpo de advogados.
Na última semana o inquérito foi finalizado e enviado para análise do Ministério Público Federal no Distrito Federal.
Imagem: Germano Luders/VEJA
Luiz Carlos Trabuco, presidente do Bradesco
O inquérito foi o responsável pela apuração da participação de executivos do banco em fraudes nas decisões do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), da Receita Federal. Agora a Procuradoria da República no Distrito Federal irá analisar os elementos pontuados no documento para decidir se apresentará denúncia à Justiça Federal contra os acusados.
Luiz Carlos Trabuco, presidente do BradescoO Bradesco está sendo investigado na Operação Zelotes desde o ano passado por que ele contratou o grupo que, segundo as investigações, pagava as propinas para ter em troca decisões favoráveis no Carf. No Carf, são julgadas as multas da Receita a empresa e contribuintes.
Em nota, o Bradesco afirmou que o banco e seus executivos não participaram e não contrataram os serviços do grupo investigado na Zelotes.
Veja a nota na íntegra
O Bradesco informa que não houve contratação dos serviços oferecido pelo grupo investigado. Acrescenta que foi derrotado por seis votos a zero no julgamento do Carf. O Bradesco esclarece ainda que o presidente da instituição, Luiz Carlos Trabuco Cappi, não participou de qualquer reunião com o grupo citado.
O mérito do julgamento se refere a ação vencida pelo Bradesco em todas as instâncias da Justiça, em questionamento à cobrança de adicional de PIS/Cofins. Esta ação foi objeto de recurso pela Procuradoria da Fazenda no âmbito do Carf.
O Bradesco irá apresentar seus argumentos juridicamente por meio do seu corpo de advogados.
Ver todos os comentários | 0 |