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MPF denuncia 11 por lavagem e falsidade ideológica

O juiz federal Marcelo Bretas, a pedido do MPF decretou a prisão preventiva de Samir Assad, irmão do empresário e lobista Adir Assad.

Nesta quarta-feira (10), o Ministério Público Federal (MPF), denunciou à 7ª Vara Federal Criminal 11 investigados por crimes de lavagem de dinheiro e falsidade ideológica na Operação Irmandade, desdobramento da Lava Jato, no Rio.

De acordo com o Estadão, o juiz federal Marcelo Bretas, a pedido do MPF decretou a prisão preventiva de Samir Assad, irmão do empresário e lobista Adir Assad, já condenado na Lava Jato. Samir foi detido em casa na manhã desta quarta-feira.

Samir é acusado de ter cometido 223 crimes de lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. Além disso, ele é acusado de comandar uma organização criminosa ao lado do seu irmão Adir Assad, que já teve prisão preventiva.

  • Foto: Fábio Motta/EstadãoOperação IrmandadeOperação Irmandade

“Integravam esse núcleo em posição de destaque Marcello Abbud e Mauro Abbud. Esses quatro acusados utilizaram durante anos uma cadeia de empresas de fachada especializada em fornecer recibos falsos e notas fiscais frias para grandes construtoras, sendo que na Operação Irmandade, deflagrada hoje, foram usadas pela Andrade Gutierrez as empresas Legend Engenheiros Associados, SP Terraplenagem, JSM Engenharia e Terraplenagem e Alpha Taxi Aéreo Ltda”, relata a Procuradoria da República, no Rio.

Além de Samir Assad, também foram denunciados Sandra Branco Malagó, Sonia Malagó e Raul Tadeu Figueroa, que teriam participado da lavagem, e os ex-executivos da Andrade Gutierrez, Rogério Nora de Sá, Clóvis Renato Numa Peixoto Primo, Flávio David Barra e Gustavo Ribeiro de Andrade Botelho.

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