A magistrada piauiense Liana Chaib, ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST), conquistou um lugar de destaque na recém-inaugurada Academia Brasiliense de Direito, passando a ocupar a prestigiosa cadeira de número 13. Este marco na carreira da jurista ocorreu durante a solenidade de instalação da Academia e posse de seus membros fundadores, realizada na noite dessa quarta-feira (11).
O evento, que reuniu a nata do mundo jurídico brasileiro, foi palco de um momento histórico para a capital federal e para o Direito nacional. A Escola Superior do Ministério Público da União serviu de cenário para a posse dos 27 membros fundadores, entre os quais a ministra Liana Chaib se destaca não apenas por sua trajetória notável, mas também por representar o estado do Piauí neste seleto grupo de juristas.
Além da ministra Liana Chaib, a cerimônia contou com a presença de outras figuras proeminentes do cenário jurídico, como o criminalista Nabor Bulhões, o ex-procurador-geral da República Augusto Aras, o subprocurador-geral do Trabalho Manoel Jorge e Silva Neto, e a ex-ministra do TSE Maria Claudia Bucchianeri. A presença de autoridades como o ministro Marcelo Navarro do STJ, o governador Ibaneis Rocha e o ex-presidente do Conselho Federal da OAB Ophir Cavalcante, reforçou o prestígio e a relevância desta nova academia.
A Academia Brasiliense de Direito nasce sob a liderança de Manoel Jorge e Silva Neto, subprocurador-geral do Trabalho, que assume a presidência. A primeira diretoria conta ainda com Maria Claudia Bucchianeri Pinheiro como vice-presidente, o professor Gilbert Di Angellis da Silva Alves como secretário-geral e Hadassah Laís de Souza Santana no cargo de tesoureira.
A exigência para integrar a Academia foi rigorosa: apenas juristas de destaque estabelecidos em Brasília foram considerados. Esta seletividade garante um corpo de membros com profundo conhecimento teórico e vasta experiência prática no cenário jurídico da capital, promovendo um ambiente de troca de ideias e colaboração entre os mais respeitados nomes do direito brasileiro.
Gil Sobreira
Ver todos os comentários | 0 |