O ex-procurador-geral do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho, prestou depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS nessa quinta-feira (23). Segundo informações do Senado Federal, ele não esclareceu sua evolução patrimonial de R$ 18 milhões nos últimos cinco anos.
Suspeito de ter recebido propina para viabilizar os descontos em benefícios previdenciários, Oliveira Filho foi ouvido pelos parlamentares antes de depor na Polícia Federal, e não prestou o termo de compromisso na CPMI, por orientação da advogada que o acompanhava.
O ex-procurador conseguiu habeas corpus do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), que o desobrigou de responder aos questionamentos dos parlamentares.
Ele não respondeu sobre o mecanismo das fraudes levantadas pelo relator, deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), discorrendo apenas a respeito da sua trajetória na carreira pública.
Thais Guimarães
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