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PGR rejeita oferta de delação premiada de Beto Louco que cita Davi Alcolumbre

Em agosto deste ano, Roberto Augusto foi alvo da Operação Carbono Oculto da Polícia Federal.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) rejeitou, a proposta de delação premiada do empresário Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como Beto Louco.

Beto Louco negociava a delação com o Ministério Público Federal no Paraná. O caso foi encaminhado à PGR, em Brasília, após ele mencionar políticos com foro privilegiado em sua proposta. Um desses políticos é o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

Foto: Reprodução/Polícia CivilRoberto Augusto Leme da Silva
Roberto Augusto Leme da Silva

Roberto Augusto teria presenteado Alcolumbre com canetas de Mounjaro. O medicamento é usado de forma injetável e é utilizado para auxiliar na perda de peso corporal. Davi Alcolumbre, não se pronunciou até o momento sobre essas informações.

Em agosto deste ano, Roberto Augusto foi alvo da Operação Carbono Oculto da Polícia Federal, que investiga a ligação do Primeiro Comando da Capital (PCC) com o setor de postos e combustíveis.

A Procuradoria considerou o material apresentado por Beto Louco insuficiente. Para o órgão o empresário não forneceu provas capazes de comprovar a narrativa apresentada na delação.

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