A saída de Carlos Lupi do comando do Ministério da Previdência Social marcou a 11ª troca de ministros, desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O presidente nacional do PDT pediu demissão nessa sexta-feira (02), nove dias depois de a Polícia Federal (PF) revelar investigações sobre um esquema de descontos indevidos em aposentadorias.
Em seu perfil no X, Lupi agradeceu pela oportunidade e reiterou que as investigação tiveram apoio dele próprio, do INSS e do Governo Lula. “Faço questão de destacar que todas as apurações foram apoiadas, desde o início, por todas as áreas da Previdência, por mim e pelos órgãos de controle do governo Lula”, afirmou o ex-ministro na rede social.
Outras mudanças
Outros 10 ministérios já sofreram mudanças. Nos Direitos Humanos, por exemplo, Silvio Almeida foi demitido após acusações de assédio, dando lugar a Macaé Evaristo (PT-MG). Nas Comunicações, Juscelino Filho entregou o cargo após denúncia da Procuradoria-Geral da República por corrupção e o Planalto o substituiu por Frederico Siqueira Filho.
Além dos três já citados: General Amaro substituiu Gonçalves Dias no Gabinete de Segurança Institucional; Celso Sabino entrou no lugar de Daniela do Waguinho na pasta do Turismo; André Fufuca ingressou nos Esportes em substituição a Ana Moser; Sidônio Palmeira assumiu a Comunicação presidencial na troca de Paulo Pimenta; Alexandre Padilha entrou no lugar de Nísia Trindade na Saúde; Lewandowski assumiu no lugar de Flávio Dino na Justiça e Segurança Pública; Silvio Costa Filho assumiu o ministério de Portos e Aeroportos no lugar de Márcio França e Gleisi Hoffmann é a nova ministra das Relações Institucionais.
Pedro Oliveira
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