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Antes de Felca, Antônia Fontenelle já havia denunciado Hytalo Santos; Justiça determinou remoção de vídeo

Em 2024, a Justiça determinou que a atriz retirasse um vídeo em que citava o influenciador.

Na última semana, o influenciador digital Felca denunciou a adultização e sexualização de menores nas redes sociais, tendo como principal alvo o paraibano Hytalo Santos.

Hytalo já havia sido alvo de denúncias anteriormente. Em 2024, a Justiça da Paraíba determinou que a atriz e apresentadora Antônia Fontenelle retirasse de suas redes sociais um vídeo em que citava o influenciador.

Foto: ReproduçãoAntonia Fontenelle
Antonia Fontenelle

No dia 4 de outubro de 2024, Fontenelle publicou o vídeo intitulado “Chegamos ao fundo do poço! O que está acontecendo”, no qual afirmou que Hytalo “sexualiza crianças”, classificou seus conteúdos como “bizarros” e informou que acionaria o Ministério Público.

Em resposta, a equipe jurídica de Hytalo, liderada pelo advogado Rinaldo Mouzalas, ingressou com ação no 1º Juizado Especial Cível de João Pessoa, alegando que o vídeo prejudicou a imagem, honra e dignidade do influenciador e de sua família.

Entenda

O youtuber e humorista Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, lançou na última quarta-feira (6) um vídeo intitulado Adultização, que denuncia a exploração e sexualização de crianças e adolescentes nas redes sociais. O vídeo, que já ultrapassa 12 milhões de visualizações no YouTube, expõe casos de influenciadores que, segundo Felca, usam a imagem de menores para ganhar visualizações e engajamento.

No conteúdo de quase 50 minutos, Felca destaca o caso do paraibano Hytalo Santos, conhecido por ostentar luxo nas redes e por exibir crianças e adolescentes que chama de “filhos”. Entre eles, Kamyla Santos, de 17 anos, que aparece desde os 12 nas redes e teve sua conta com mais de 10 milhões de seguidores suspensa após as denúncias. O vídeo mostra cenas que revelam a exposição precoce da jovem, incluindo situações adultizadas e íntimas.

No vídeo de quase 50 minutos, Felca expõe ainda outros casos preocupantes, como o canal Bel Para Meninas, investigado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro em 2020, e o caso da influenciadora Caroliny Dreher, cuja mãe, segundo ele, teria vendido conteúdos íntimos da filha para pedófilos.

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